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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9685| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Do Tianxia à diplomacia da hamonia: a influência confuciana na resposta chinesa à contenção comercial dos EUA (2017-2024) |
| Autor(es): | Roque, João Victor Corrêa |
| Primeiro Orientador: | Alarcon, Danillo |
| metadata.dc.contributor.referee1: | Couto, Johnny Taliateli do |
| metadata.dc.contributor.referee2: | Motta, André Luiz Cançado |
| Resumo: | Este trabalho busca compreender de que forma o confucionismo é evocado na política externa da China contemporânea, a partir do estudo de caso da resposta do país à guerra comercial com os Estados Unidos da América (EUA) do primeiro mandato de Donald Trump (2017-2021) à administração de Joe Biden (2021-2024). Busca-se responder à seguinte pergunta de pesquisa: noções advindas do confucionismo impactaram a resposta chinesa à guerra comercial imposta pelos EUA entre 2017 e 2024? A partir da análise crítica das teorias das Relações Internacionais (RI), surge a hipótese de que o atual pensamento político-internacional chinês reflete elementos confucianos, como o do Tianxia (“tudo sob o céu”) e do Datong (grande harmonia). A partir das provocações críticas à teoria ocidentalizada, analisa-se a capacidade da China em desenvolver uma abordagem própria para as relações internacionais, observando o papel do pensamento confuciano e como ele se estrutura na política externa contemporânea do país. As fontes primárias principais são os discursos do presidente chinês Xi Jinping, do ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, e do vice-presidente, Hang Zheng, em instâncias como a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), o Fórum Econômico Mundial (FEM), e outro arranjos multilaterais e regionais. Conclui-se que o confucionismo se manteve como uma tradição filosófica forte na China, mesmo após diversos acontecimentos históricos que alteraram profundamente a nação, mantendo um posicionamento que enfatiza a harmonia e o cosmopolitismo, em detrimento do unilateralismo ocidental. O país continua a defender princípios confucianos por meio da “Comunidade com o Futuro Compartilhado para a Humanidade” (CFCH) e suas iniciativas de desenvolvimento, segurança e civilização comuns. Reforça ainda a cooperação win-win por meio da Iniciativa Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative – BRI) em oposição ao protecionismo estadunidense. |
| Abstract: | This work seeks to understand how Confucianism is evoked in contemporary Chinese foreign policy, through a case study of the country's response to the trade war with the United States of America (USA) from Donald Trump's first term (2017-2021) to Joe Biden's administration (2021-2024). It aims to answer the following research question: Did notions derived from Confucianism impact the Chinese response to the trade war imposed by the USA between 2017 and 2024? Based on a critical analysis of International Relations (IR) theories, the hypothesis arises that current Chinese political-international thought reflects Confucian elements, such as Tianxia ("all under heaven") and Datong (great harmony). Through critical provocations of Westernized theory, the study analyzes China's capacity to develop its own approach to international relations, observing the role of Confucian thought and how it is structured in the country's contemporary foreign policy. The primary sources are speeches by Chinese President Xi Jinping, Foreign Minister Wang Yi, and Vice President Hang Zheng at forums such as the United Nations General Assembly (UNGA), the World Economic Forum (WEF), and other multilateral and regional arrangements. It is concluded that Confucianism has remained a strong philosophical tradition in China, even after several historical events that have profoundly altered the nation, maintaining a position that emphasizes harmony and cosmopolitanism, to the detriment of Western unilateralism. The country continues to uphold Confucian principles through the "Community with a Shared Future for Mankind" (CFCH) and its initiatives for common development, security, and civilization. It also reinforces win-win cooperation through the Belt and Road Initiative (BRI) in opposition to US protectionism. |
| Palavras-chave: | China Confucionismo Tianxia EUA Guerra comercial |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::POLITICA INTERNACIONAL CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::TEORIA POLITICA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| Sigla da Instituição: | PUC Goiás |
| metadata.dc.publisher.department: | Escola de Direito, Negócios e Comunicação |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9685 |
| Data do documento: | 8-Dez-2025 |
| Aparece nas coleções: | TCC Relações Internacionais |
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