PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Relações Internacionais
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dc.creatorRoque, João Victor Corrêapt_BR
dc.date.accessioned2025-12-13T18:48:23Z-
dc.date.available2025-12-13T18:48:23Z-
dc.date.issued2025-12-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9685-
dc.description.abstractThis work seeks to understand how Confucianism is evoked in contemporary Chinese foreign policy, through a case study of the country's response to the trade war with the United States of America (USA) from Donald Trump's first term (2017-2021) to Joe Biden's administration (2021-2024). It aims to answer the following research question: Did notions derived from Confucianism impact the Chinese response to the trade war imposed by the USA between 2017 and 2024? Based on a critical analysis of International Relations (IR) theories, the hypothesis arises that current Chinese political-international thought reflects Confucian elements, such as Tianxia ("all under heaven") and Datong (great harmony). Through critical provocations of Westernized theory, the study analyzes China's capacity to develop its own approach to international relations, observing the role of Confucian thought and how it is structured in the country's contemporary foreign policy. The primary sources are speeches by Chinese President Xi Jinping, Foreign Minister Wang Yi, and Vice President Hang Zheng at forums such as the United Nations General Assembly (UNGA), the World Economic Forum (WEF), and other multilateral and regional arrangements. It is concluded that Confucianism has remained a strong philosophical tradition in China, even after several historical events that have profoundly altered the nation, maintaining a position that emphasizes harmony and cosmopolitanism, to the detriment of Western unilateralism. The country continues to uphold Confucian principles through the "Community with a Shared Future for Mankind" (CFCH) and its initiatives for common development, security, and civilization. It also reinforces win-win cooperation through the Belt and Road Initiative (BRI) in opposition to US protectionism.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectChinapt_BR
dc.subjectConfucionismopt_BR
dc.subjectTianxiapt_BR
dc.subjectEUApt_BR
dc.subjectGuerra comercialpt_BR
dc.titleDo Tianxia à diplomacia da hamonia: a influência confuciana na resposta chinesa à contenção comercial dos EUA (2017-2024)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Alarcon, Danillopt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-8541-4322pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5673401164447604pt_BR
dc.contributor.referee1Couto, Johnny Taliateli dopt_BR
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5480-9882pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4415739560777768pt_BR
dc.contributor.referee2Motta, André Luiz Cançado-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-9422-8588-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4480226862891468-
dc.description.resumoEste trabalho busca compreender de que forma o confucionismo é evocado na política externa da China contemporânea, a partir do estudo de caso da resposta do país à guerra comercial com os Estados Unidos da América (EUA) do primeiro mandato de Donald Trump (2017-2021) à administração de Joe Biden (2021-2024). Busca-se responder à seguinte pergunta de pesquisa: noções advindas do confucionismo impactaram a resposta chinesa à guerra comercial imposta pelos EUA entre 2017 e 2024? A partir da análise crítica das teorias das Relações Internacionais (RI), surge a hipótese de que o atual pensamento político-internacional chinês reflete elementos confucianos, como o do Tianxia (“tudo sob o céu”) e do Datong (grande harmonia). A partir das provocações críticas à teoria ocidentalizada, analisa-se a capacidade da China em desenvolver uma abordagem própria para as relações internacionais, observando o papel do pensamento confuciano e como ele se estrutura na política externa contemporânea do país. As fontes primárias principais são os discursos do presidente chinês Xi Jinping, do ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, e do vice-presidente, Hang Zheng, em instâncias como a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), o Fórum Econômico Mundial (FEM), e outro arranjos multilaterais e regionais. Conclui-se que o confucionismo se manteve como uma tradição filosófica forte na China, mesmo após diversos acontecimentos históricos que alteraram profundamente a nação, mantendo um posicionamento que enfatiza a harmonia e o cosmopolitismo, em detrimento do unilateralismo ocidental. O país continua a defender princípios confucianos por meio da “Comunidade com o Futuro Compartilhado para a Humanidade” (CFCH) e suas iniciativas de desenvolvimento, segurança e civilização comuns. Reforça ainda a cooperação win-win por meio da Iniciativa Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative – BRI) em oposição ao protecionismo estadunidense.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Direito, Negócios e Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::POLITICA INTERNACIONALpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::TEORIA POLITICApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0876816348050516pt_BR
dc.degree.graduationRelações Internacionaispt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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