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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10866| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Topografias do eu e o duplo ingresso: a jornada simbólica em o jardim secreto, de Francês Hodgson Burnett |
| Autor(es): | Santana, Ana Carolina Siqueira Roriz |
| Primeiro Orientador: | Ferreira, Elizete Albina |
| metadata.dc.contributor.referee1: | .Não consta na lista (Orientadores e membros) |
| Resumo: | A presente pesquisa investiga o ato de entrada das personagens Mary, Dickon e Colin no jardim murado em O jardim secreto, de Frances Hodgson Burnett, analisando como esse momento configura suas transformações psíquicas e sociais. Averigua-se a hipótese de que a travessia para dentro do jardim representa um rito de passagem simbólico, provocando processos de autoconhecimento, individuação e reestruturação identitária. A pesquisa adota caráter qualitativo e bibliográfico, utilizando como referenciais teóricos as contribuições de Franco Moretti a respeito do romance de formação, de Gaston Bachelard acerca do espaço simbólico, de Carl G. Jung e Marie-Louise von Franz acerca dos símbolos, arquétipos, do self e do processo de individuação e as ponderações de Antonio Candido sobre a personagem do romance. O estudo foca em elementos narrativos e simbólicos que compõem as entradas das personagens no jardim, assim como nas transformações subsequentes de sua relação com a natureza, o trabalho coletivo e a amizade. Infere-se que o jardim opera como espaço de regeneração, autonomia e desenvolvimento. |
| Abstract: | This study investigates the act of entering the walled garden by the characters Mary, Dickon, and Colin in The Secret Garden, by Frances Hodgson Burnett, analyzing how this moment shapes their psychological and social transformations. It examines the hypothesis that crossing into the garden represents a symbolic rite of passage, triggering processes of self-discovery, individuation, and identity restructuring. The research adopts a qualitative and bibliographic approach, drawing on the theoretical contributions of Franco Moretti regarding the Bildungsroman, Gaston Bachelard on symbolic space, Carl G. Jung and Marie-Louise von Franz on symbols, archetypes, the self and the individuation process, as well as Antonio Candido’s reflections on the novelistic character. The study focuses on the narrative and symbolic elements that constitute the characters’ entrances into the garden, as well as on the subsequent transformations in their relationship with nature, collective work, and friendship. It is concluded that the garden functions as a space of regeneration, autonomy, and development. |
| Palavras-chave: | Jardim Mary Colin Símbolo Self Processo de Individuação |
| CNPq: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| Sigla da Instituição: | PUC Goiás |
| metadata.dc.publisher.department: | Escola de Formação de Professores e Humanidades |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10866 |
| Data do documento: | 18-Jun-2026 |
| Aparece nas coleções: | TCC Letras - Língua Portuguesa |
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