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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10860Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Araújo, Thiago Turonis | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-06-23T14:33:52Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-23T14:33:52Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-03 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10860 | - |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Direito Penal Simbólico | pt_BR |
| dc.subject | Direito Penal Simbólico | pt_BR |
| dc.subject | Responsabilidade Individual | pt_BR |
| dc.subject | Responsabilidade Individual | pt_BR |
| dc.subject | Efetividade da Pena | pt_BR |
| dc.subject | Efetividade da Pena | pt_BR |
| dc.subject | Proteção às Vítimas | pt_BR |
| dc.subject | Proteção às Vítimas | pt_BR |
| dc.subject | Prevenção Estrutural | pt_BR |
| dc.title | O direito penal simbólico e a perpetuação da criminalidade no Brasil: a negligência estatal às causas estruturais do crime | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Santos, Nivaldo dos | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3359203015249134 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Araújo Júnior, José Aluísio e | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3305303894792239 | pt_BR |
| dc.description.resumo | RESUMO O presente artigo analisa o fenômeno do direito penal simbólico no Brasil e sua relação com a perpetuação da criminalidade. A tese central sustenta que a produção legislativa de impacto emocional, voltada ao atendimento do clamor público e à gestão midiática do medo social, é ao mesmo tempo ineficaz na redução da violência e omissa quanto às causas estruturais do crime. Essa omissão, contudo, não tem o condão de eximir o agente criminoso de sua responsabilidade individual pelo ilícito praticado; ao contrário, o que se defende é que a superação do simbolismo penal exige o cumprimento simultâneo de duas exigências: punição certa, proporcional e efetiva, que garanta a proteção real às vítimas e a autoridade da lei, e investimento estrutural em prevenção primária. A metodologia adotada é a revisão bibliográfica e documental, fundamentada em Beccaria, Toledo e De Assis, Greco, Bitencourt, Souza e outros, complementada por dados empíricos do IPEA, CNJ, STF e SENAPPEN. Conclui-se que o direito penal simbólico falha exatamente porque não pune com efetividade, entregando à sociedade a aparência de rigor sem sua substância, e tampouco investe em prevenção, perpetuando assim um ciclo que prejudica especialmente as vítimas da criminalidade | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Direito, Negócios e Comunicação | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Direito | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Direito | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
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