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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10290| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Atitudes e percepções de estudantes de enfermagem sobre o ageísmo e a pessoa idosa: um estudo de método misto |
| Autor(es): | Silva, Isadora Sousa |
| Primeiro Orientador: | Rezende, Marina Aleixo Diniz |
| metadata.dc.contributor.referee1: | Vila, Vanessa da Silva Carvalho |
| metadata.dc.contributor.referee2: | Tolêdo, Silvia Rosa de Souza |
| Resumo: | INTRODUÇÃO: O ageísmo, entendido como estereótipos, preconceitos e discriminação baseados na idade, manifesta-se tanto de forma explícita quanto implícita e repercute em diversos contextos, como saúde, família, mercado de trabalho e convivência social. No campo da saúde, práticas ageístas podem comprometer a qualidade do cuidado, subestimar necessidades específicas e reforçar desigualdades estruturais que afetam o envelhecimento saudável. OBJETIVO: Analisar a atitude e percepção do ageísmo entre estudantes de enfermagem de uma universidade no Centro Oeste do Brasil. METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa de método misto realizada em duas etapas. Na fase quantitativa, foram aplicadas a Escala de Fraboni e a EACO para avaliar atitudes ageístas entre estudantes, identificando níveis de concordância com estereótipos negativos sobre a velhice. Na etapa qualitativa, participaram alunos que já haviam respondido à fase anterior e aceitaram continuar na pesquisa, sendo realizadas entrevistas para aprofundar percepções e significados atribuídos ao envelhecimento. Os dados quantitativos foram analisados no software SPSS e os dados qualitativos no IRAMUTEQ, utilizando a Análise Hierárquica Descendente. Por fim, metainferências integraram os achados das duas etapas, ampliando a compreensão do fenômeno estudado. RESULTADOS: Os resultados quantitativos mostraram predominância de discordância em relação a estereótipos negativos mais explícitos, indicando baixa aceitação de formas abertas de ageísmo entre os estudantes. Contudo, houve concordância moderada com estereótipos sutis ligados à incapacidade, lentidão e dependência, sugerindo a presença de atitudes internalizados. Na análise qualitativa, surgiram percepções ambíguas: ao mesmo tempo em que os participantes reconheceram aspectos positivos do envelhecimento, também reproduziram generalizações negativas. As metainferências indicam que, apesar de avanços, ainda há naturalização de estigmas sobre a velhice, influenciada por construções sociais e pela limitada convivência com pessoas idosas. CONCLUSÃO: Conclui-se que o ageísmo permanece presente, ainda que de forma sutil, entre estudantes de enfermagem, podendo influenciar futuras práticas profissionais e a qualidade do cuidado prestado. A coexistência de percepções positivas e estereotipadas indica a necessidade de fortalecer, na formação em saúde, conteúdos e experiências que promovam uma compreensão realista, ética e acolhedora do envelhecimento. |
| Palavras-chave: | Pessoa idosa Etaríssimo |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| Sigla da Instituição: | PUC Goiás |
| metadata.dc.publisher.department: | Escola de Ciências Sociais e da Saúde |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10290 |
| Data do documento: | 12-Dez-2025 |
| Aparece nas coleções: | TCC Enfermagem |
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