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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9939| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Tradutores automáticos de libras baseados em inteligência artificial - impactos na inclusão digital |
| Autor(es): | Coêlho, Gabriel Teixeira |
| Primeiro Orientador: | Schlag, Fabricio |
| metadata.dc.contributor.referee1: | Felix, Juliana Paula |
| metadata.dc.contributor.referee2: | Amaral, Nilson Cardoso |
| Resumo: | O desenvolvimento de aplicativos de tradução automatizada da Língua Brasileira de Sinais (Libras) impactou a inclusão social da comunidade surda em ambientes digitais. Embora ferramentas como Hand Talk e VLibras sejam projetadas para promover acessibilidade e autonomia, pesquisas com usuários surdos mostram insatisfação generalizada, com 75% dos entrevistados expressando insatisfação com a qualidade da tradução. A principal crítica é que os aplicativos atuais geram o chamado "Português de Sinais", uma tradução palavra por palavra que não se conforma à estrutura gramatical visual-espacial da Libras, que normalmente segue uma ordem SVO (Sujeito-Verbo-Objeto) ou SOV (Sujeito-Objeto-Verbo). As limitações técnicas vão além da sintaxe, incluindo a incapacidade de usar expressões faciais e corporais, essenciais para a prosódia e o significado das frases, e a incapacidade de reproduzir classificadores, um recurso linguístico complexo para a Libras. Dadas essas deficiências, a comunidade vê esses aplicativos principalmente como dicionários para consulta de gestos isolados ou ferramentas para iniciantes, concordando que, por enquanto, a tecnologia não pode substituir a complexidade e a subjetividade da tradução humana. Para superar esses obstáculos, novas pesquisas estão se concentrando em aplicações mais sofisticadas de inteligência artificial (IA). Projetos recentes propõem o desenvolvimento de aplicações de nível MVP (produto mínimo viável) que utilizam inteligência artificial para, primeiramente, reestruturar frases em português na estrutura gramatical correta da Libras e, em seguida, traduzi-las em gestos. Testes utilizando essa abordagem demonstraram taxas de compreensão superiores a 90% para usuários fluentes. A continuação desses estudos, aliada aos avanços na tecnologia de reconhecimento facial que podem aprimorar as expressões dos avatares, deverá promover uma comunicação mais fluente e autêntica, visando uma inclusão digital que respeite a integridade linguística e cultural da comunidade surda. |
| Abstract: | The development of automated translation applications for Brazilian Sign Language (Libras) has impacted the social inclusion of the deaf community in digital environments. Although tools such as Hand Talk and VLibras are designed to promote accessibility and autonomy, research with deaf users shows widespread dissatisfaction, with 75% of respondents expressing discontent with translation quality. The main criticism is that current applications generate so-called “Signed Portuguese,” a word-for-word translation that does not conform to the visual-spatial grammatical structure of Libras, which usually follows an SVO (Subject-Verb-Object) or SOV (Subject-Object-Verb) order. Technical limitations go beyond syntax, including the inability to use facial and body expressions—essential for prosody and meaning—and the inability to reproduce classifiers, a complex linguistic feature of Libras. Given these shortcomings, the community views these applications mainly as dictionaries for isolated gestures or tools for beginners, agreeing that, for now, technology cannot replace the complexity and subjectivity of human translation. To overcome these obstacles, new research focuses on more sophisticated applications of Artificial Intelligence (AI). Recent projects propose developing minimum viable products (MVPs) that use AI to first restructure Portuguese sentences into the correct Libras grammatical structure and then translate them into gestures. Tests using this approach have shown comprehension rates above 90% for fluent users. Continued studies, combined with advances in facial recognition technology that can enhance avatar expressions, are expected to promote more fluent and authentic communication, aiming for digital inclusion that respects the linguistic and cultural integrity of the deaf community. |
| Palavras-chave: | Libras Libras Tradução automática Inteligência artificial Inclusão digital Acessibilidade Português sinalizado Tecnologia assistiva Automatic translation Artificial intelligence Digital inclusion Accessibility Signed portuguese Assistive technology |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| Sigla da Instituição: | PUC Goiás |
| metadata.dc.publisher.department: | Escola Politécnica |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9939 |
| Data do documento: | 8-Dez-2025 |
| Aparece nas coleções: | TCC Ciência da Computação |
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