PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Ciência da Computação
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCoêlho, Gabriel Teixeirapt_BR
dc.date.accessioned2025-12-16T15:06:18Z-
dc.date.available2025-12-16T15:06:18Z-
dc.date.issued2025-12-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9939-
dc.description.abstractThe development of automated translation applications for Brazilian Sign Language (Libras) has impacted the social inclusion of the deaf community in digital environments. Although tools such as Hand Talk and VLibras are designed to promote accessibility and autonomy, research with deaf users shows widespread dissatisfaction, with 75% of respondents expressing discontent with translation quality. The main criticism is that current applications generate so-called “Signed Portuguese,” a word-for-word translation that does not conform to the visual-spatial grammatical structure of Libras, which usually follows an SVO (Subject-Verb-Object) or SOV (Subject-Object-Verb) order. Technical limitations go beyond syntax, including the inability to use facial and body expressions—essential for prosody and meaning—and the inability to reproduce classifiers, a complex linguistic feature of Libras. Given these shortcomings, the community views these applications mainly as dictionaries for isolated gestures or tools for beginners, agreeing that, for now, technology cannot replace the complexity and subjectivity of human translation. To overcome these obstacles, new research focuses on more sophisticated applications of Artificial Intelligence (AI). Recent projects propose developing minimum viable products (MVPs) that use AI to first restructure Portuguese sentences into the correct Libras grammatical structure and then translate them into gestures. Tests using this approach have shown comprehension rates above 90% for fluent users. Continued studies, combined with advances in facial recognition technology that can enhance avatar expressions, are expected to promote more fluent and authentic communication, aiming for digital inclusion that respects the linguistic and cultural integrity of the deaf community.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.relationVLIBRASpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLibraspt_BR
dc.subjectLibraspt_BR
dc.subjectTradução automática-
dc.subjectInteligência artificial-
dc.subjectInclusão digital-
dc.subjectAcessibilidade-
dc.subjectPortuguês sinalizado-
dc.subjectTecnologia assistiva-
dc.subjectAutomatic translation-
dc.subjectArtificial intelligence-
dc.subjectDigital inclusion-
dc.subjectAccessibility-
dc.subjectSigned portuguese-
dc.subjectAssistive technology-
dc.titleTradutores automáticos de libras baseados em inteligência artificial - impactos na inclusão digitalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Schlag, Fabriciopt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1960-2824pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8538827338295434pt_BR
dc.contributor.referee1Felix, Juliana Paulapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3610115951590691pt_BR
dc.contributor.referee2Amaral, Nilson Cardosopt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6824122529171550pt_BR
dc.description.resumoO desenvolvimento de aplicativos de tradução automatizada da Língua Brasileira de Sinais (Libras) impactou a inclusão social da comunidade surda em ambientes digitais. Embora ferramentas como Hand Talk e VLibras sejam projetadas para promover acessibilidade e autonomia, pesquisas com usuários surdos mostram insatisfação generalizada, com 75% dos entrevistados expressando insatisfação com a qualidade da tradução. A principal crítica é que os aplicativos atuais geram o chamado "Português de Sinais", uma tradução palavra por palavra que não se conforma à estrutura gramatical visual-espacial da Libras, que normalmente segue uma ordem SVO (Sujeito-Verbo-Objeto) ou SOV (Sujeito-Objeto-Verbo). As limitações técnicas vão além da sintaxe, incluindo a incapacidade de usar expressões faciais e corporais, essenciais para a prosódia e o significado das frases, e a incapacidade de reproduzir classificadores, um recurso linguístico complexo para a Libras. Dadas essas deficiências, a comunidade vê esses aplicativos principalmente como dicionários para consulta de gestos isolados ou ferramentas para iniciantes, concordando que, por enquanto, a tecnologia não pode substituir a complexidade e a subjetividade da tradução humana. Para superar esses obstáculos, novas pesquisas estão se concentrando em aplicações mais sofisticadas de inteligência artificial (IA). Projetos recentes propõem o desenvolvimento de aplicações de nível MVP (produto mínimo viável) que utilizam inteligência artificial para, primeiramente, reestruturar frases em português na estrutura gramatical correta da Libras e, em seguida, traduzi-las em gestos. Testes utilizando essa abordagem demonstraram taxas de compreensão superiores a 90% para usuários fluentes. A continuação desses estudos, aliada aos avanços na tecnologia de reconhecimento facial que podem aprimorar as expressões dos avatares, deverá promover uma comunicação mais fluente e autêntica, visando uma inclusão digital que respeite a integridade linguística e cultural da comunidade surda.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola Politécnicapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3876005385709490pt_BR
dc.degree.graduationCiências da Computaçãopt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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