PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Direito
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dc.creatorNascimento, Valeska Rodrigues dopt_BR
dc.date.accessioned2025-12-15T16:05:13Z-
dc.date.available2025-12-15T16:05:13Z-
dc.date.issued2025-11-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9826-
dc.description.abstractThis paper addresses the limits of discretion in Public Administration in light of constitutional principles and the judicial control exercised by the Judiciary. The study aimed to analyze how the principles of legality, morality, and reasonableness condition the exercise of discretionary power, rejecting the notion of a completely unrestricted administrative action. A qualitative approach and the deductive method were employed, based on a bibliographic review of specialized doctrine and jurisprudential analysis. It was found that administrative discretion is not an unrestricted authorization but rather a decision-making space limited by legal parameters which, if violated, allow for judicial review. The study concluded that the Judiciary may intervene in discretionary acts whenever illegality, deviation of purpose, or abuse of power is identified, thereby ensuring respect for fundamental rights and the public interest. The research highlights the importance of administrative conduct guided by objective criteria and aligned with constitutional values.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDiscricionariedade administrativapt_BR
dc.subjectPrincípiospt_BR
dc.subjectControle jurisdicionalpt_BR
dc.titleOs limites da discricionaridade da administração pública: Princípios e controle jurisdicionalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Figueiredo, Pamôra Mariz Silva dept_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7925833599232557pt_BR
dc.contributor.referee1Santis, Paula Ramos Nora dept_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5154371839588560pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho abordou os limites da discricionariedade da Administração Pública à luz dos princípios constitucionais e do controle jurisdicional exercido pelo Poder Judiciário. O objetivo foi analisar como os princípios da legalidade, moralidade e razoabilidade condicionam o exercício do poder discricionário, afastando a ideia de um agir administrativo totalmente livre. Utilizou-se uma abordagem qualitativa e o método dedutivo, com revisão bibliográfica de doutrina especializada e análise jurisprudencial. Verificou-se que a discricionariedade administrativa não constitui uma autorização irrestrita, mas sim um espaço de decisão condicionado por parâmetros jurídicos, os quais, se violados, ensejam a possibilidade de controle judicial. Concluiu-se que o Judiciário pode intervir nos atos discricionários sempre que configurada ilegalidade, desvio de finalidade ou abuso de poder, garantindo o respeito aos direitos fundamentais e ao interesse público. A pesquisa reforça a importância de um agir administrativo pautado por critérios objetivos e vinculados aos valores constitucionais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Direito, Negócios e Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.degree.graduationDireitopt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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