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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9792Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Arantes Júnior, Jorge Siqueira | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-12-15T12:12:36Z | - |
| dc.date.available | 2025-12-15T12:12:36Z | - |
| dc.date.issued | 2025-11-26 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9792 | - |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Inteligência artificial | pt_BR |
| dc.subject | Regulação | pt_BR |
| dc.title | Regulação de inteligência artificial no Brasil. Uma análise comparativa com o Regulamento 2024/1689 da união europeia e propostas para um marco legal nacional. | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Silva, José Antonio Tietzmann e | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4585004100005242 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Santos, Nivaldo dos | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3359203015249134 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Este trabalho apresenta uma análise comparativa entre o Regulamento (EU) 2024/1689 (AI Act) e o Projeto de Lei nº 2.338/2023 (PL IA Brasil), investigando como adaptar o modelo europeu de regulação de inteligência artificial à realidade socioeconômica e institucional brasileira. A pesquisa identifica que, embora ambos os marcos adotem abordagem baseada em risco e protejam direitos fundamentais, diferem significativamente em escopo, estrutura institucional e rigor sancionatório. O modelo europeu apresenta regulação prescritiva e centralizada, resultado de capacidade institucional consolidada. O Brasil, contudo, enfrenta desafios particulares: desigualdades digitais acentuadas, ecossistema de inovação em consolidação e capacidade estatal ainda em construção. O trabalho propõe um marco regulatório brasileiro operacionalizado através de três eixos: (i) institucional, mediante criação de Conselho Interministerial de IA em modelo descentralizado coordenado pela ANPD e reguladores setoriais; (ii) técnico-ético, estabelecendo padrões de transparência, rastreabilidade e auditoria de viés; (iii) social, integrando inclusão digital e educação tecnológica como pilares complementares. Conclui-se que a construção de um marco legal brasileiro eficaz deve inspirar-se nas boas práticas internacionais, mas ser sensível ao contexto nacional, combinando princípios constitucionais de dignidade, liberdade e igualdade com flexibilidade técnica e institucional. A regulação proposta não apenas mitiga riscos, mas promove inteligência artificial ethicamente fundamentada, democraticamente governada e socialmente inclusiva | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Direito, Negócios e Comunicação | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Direito | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Direito | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| Jorge Siqueira.pdf | 341,95 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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