PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Nutrição
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dc.contributorJéssica Pereira Barbosa, http://lattes.cnpq.br/4820778233128214, https://orcid.org/0000-0002-5642-414Xpt_BR
dc.creatorNeta, Goianita Rosal de Araújopt_BR
dc.date.accessioned2026-09-19T00:41:28Z-
dc.date.available2026-09-19T00:41:28Z-
dc.date.issued2026-06-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11154-
dc.description.abstractThis study reviews the use of isoflavones in managing menopausal symptoms, considering their application as a non-hormonal alternative for women with restrictions or a preference for complementary approaches. Objective: To evaluate the efficacy of isoflavones in managing menopausal symptoms. Methods: An integrative review with a qualitative approach was conducted, encompassing publications between 2015 and 2025 in three languages: Portuguese, English, and Spanish. Studies using animal models, reviews, and works without full text were excluded. Results: Thirteen studies involving soy-based products and formulations with red clover were included. Heterogeneity of results was observed, with some trials showing a reduction in hot flashes and night sweats and a punctual improvement in metabolic markers, while others did not show superiority compared to placebo. Effects on bone mineral density were limited in shorter follow-ups. Differences in formulation, dose, duration of use, and bioavailability, including individual equol production, influenced the clinical response. Conclusion: Isoflavones showed partial efficacy in controlling menopausal symptoms, with a better response for vasomotor symptoms, mainly hot flashes and night sweats. However, the results were not uniform across studies; the doses described varied between protocols, including 70 mg daily and 40 mg twice daily, with treatment durations ranging from 12 weeks to 24 months. Thus, isoflavones can be considered a possible non-hormonal alternative, provided that their use is individualized and considers formulation, dose, treatment duration, and intestinal metabolism.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIsoflavonaspt_BR
dc.subjectClimatériopt_BR
dc.subjectMenopausapt_BR
dc.subjectFitoestrógenospt_BR
dc.subjectTerapia de Reposição de Estrogêniospt_BR
dc.titleO uso de isoflavonas no controle dos sintomas do climatério: uma revisão da literaturapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.IDhttps://orcid.org/0009-0000-9614-5009pt_BR
dc.contributor.advisor1Brasileiro, Aline Alvespt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-7741-1292pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4588615404921267pt_BR
dc.contributor.referee1Uru, Potira Morena Souza Benko dept_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3010329823029981pt_BR
dc.description.resumoEste estudo revisa o uso de isoflavonas no controle dos sintomas do climatério, considerando sua aplicação como alternativa não hormonal em mulheres com restrições ou preferência por abordagens complementares. Objetivo: Avaliar a eficácia das isoflavonas no controle dos sintomas da menopausa. Métodos: Realizou-se revisão integrativa com abordagem qualitativa, abrangendo publicações entre 2015 e 2025 em três idiomas, português, inglês e espanhol. Foram excluídos estudos em modelo animal, revisões e trabalhos sem texto completo. Resultados: Incluíram-se 13 estudos envolvendo produtos à base de soja e formulações com trevo vermelho. Observou-se heterogeneidade dos resultados, onde parte dos ensaios apontou redução de fogachos e sudorese noturna e melhora pontual em marcadores metabólicos, enquanto outros não mostraram superioridade frente ao placebo. Efeitos sobre densidade mineral óssea foram limitados em seguimentos mais curtos. Diferenças de formulação, dose, duração do uso e biodisponibilidade, incluindo a produção individual de equol, influenciaram a resposta clínica. Conclusão: As isoflavonas apresentaram eficácia parcial no controle dos sintomas da menopausa, com melhor resposta para sintomas vasomotores, principalmente fogachos e sudorese noturna. Entretanto, os resultados não foram uniformes entre os estudos, as doses descritas variaram entre protocolos, incluindo 70 mg ao dia e 40 mg duas vezes ao dia, com tempos de uso entre 12 semanas e 24 meses. Assim, as isoflavonas podem ser consideradas uma alternativa não hormonal possível, desde que seu uso seja individualizado e considere formulação, dose, duração do tratamento e metabolismo intestinal.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Sociais e da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAO::ANALISE NUTRICIONAL DE POPULACAOpt_BR
dc.degree.graduationNutriçãopt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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