PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorLeao, Luiza Bittencourtpt_BR
dc.creatorMacedo, Maria Luíza Santiagopt_BR
dc.date.accessioned2025-12-17T17:00:10Z-
dc.date.available2025-12-17T17:00:10Z-
dc.date.issued2025-10-17-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10056-
dc.description.abstractABSTRACT Objective: To evaluate microalbuminuria as an early marker of glomerular injury in individuals with poor glycemic control treated at a university laboratory, assessing its applicability as a screening tool for incipient renal dysfunction. Methods: A cross-sectional, descriptive-analytical, and retrospective study conducted between 2022 and 2025 at the Clinical Laboratory of the Pontifical Catholic University of Goiás (PUC Goiás). A total of 142 adult patients (≥18 years) were included, all with alterations in at least one of the following tests: fasting blood glucose, glycated hemoglobin (HbA1c), or microalbuminuria. Data were obtained from electronic medical records and analyzed using the Kolmogorov-Smirnov, Mann-Whitney, and Kruskal-Wallis tests, with p<0.05 considered significant. Results: The sample consisted of 58.5% women and 41.5% men, with a mean age of 64.6±15.3 years. The mean values were: blood glucose 156.4±77.3 mg/dL, HbA1c 7.7±2.3%, and microalbuminuria 152.9±626.9 mcg/mg, showing wide interindividual variability. Laboratory abnormalities were observed in 48.6% of patients for blood glucose, 63.4% for HbA1c, and 20.4% for microalbuminuria. Patients with HbA1c ≥6.5% showed a higher frequency of altered microalbuminuria, suggesting a correlation between poor glycemic control and subclinical renal damage. Conclusion: Microalbuminuria proved to be an early,pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMicroalbuminúriapt_BR
dc.subjectDoença renal diabéticapt_BR
dc.subjectGlicemia de jejumpt_BR
dc.subjectHemoglobina glicadapt_BR
dc.titleMicroalbuminúria como marcador precoce de lesão glomerular em indivíduos com descontrole glicêmicopt_BR
dc.title.alternativeMicroalbuminúria como marcador precoce de lesão glomerular em indivíduos com descontrole glicêmicopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Neves, Roberpaulo Anacletopt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1181-2373pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5716596406151624pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Mamede, Lorenna Rocha Lôbo e Silvapt_BR
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2655-3212pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5161444268249880pt_BR
dc.contributor.referee1Milki, Marcos Viníciuspt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9368451220315384pt_BR
dc.description.resumoRESUMO Objetivo: Avaliar a microalbuminúria como marcador precoce de lesão glomerular em indivíduos com descontrole glicêmico atendidos em um laboratório universitário, verificando sua aplicabilidade como ferramenta de rastreamento de disfunção renal incipiente. Métodos: Estudo transversal, descritivo-analítico e retrospectivo, realizado entre 2022 e 2025 no Laboratório Clínico da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Foram incluídos 142 pacientes adultos (≥18 anos) com alterações em pelo menos um dos seguintes exames: glicemia de jejum, hemoglobina glicada (HbA1c) ou microalbuminúria. Os dados foram obtidos de prontuários eletrônicos e analisados pelos testes de Kolmogorov-Smirnov, Mann-Whitney e Kruskal-Wallis, considerando p<0,05. Resultados: A amostra foi composta por 58,5% de mulheres e 41,5% de homens, com média etária de 64,6±15,3 anos. As médias obtidas foram: glicemia 156,4±77,3 mg/dL, HbA1c 7,7±2,3% e microalbuminúria 152,9±626,9 mcg/mg, evidenciando ampla variabilidade interindividual. Alterações laboratoriais foram observadas em 48,6% dos pacientes para glicemia, 63,4% para HbA1c e 20,4% para microalbuminúria. Pacientes com HbA1c ≥6,5% apresentaram maior frequência de microalbuminúria alterada, sugerindo correlação entre descontrole glicêmico e dano renal subclínico. Conclusão: A microalbuminúria mostrou-se um marcador precoce, sensível e de baixo custo para identificação de lesão renal subclínica em pacientes com descontrole glicêmico, devendo integrar rotineiramente protocolos de triagem de populações de risco. Palavras-chave: Microalbuminúria, Doença Renal Diabética, Biomarcadores, Hemoglobina Glicada, Glicemia de Jejumpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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