PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
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dc.creatorLaranjeira, Tiago de Almeida-
dc.creatorBarbosa, Vinícius Araújo-
dc.date.accessioned2021-12-20T11:34:54Z-
dc.date.available2021-12-20T11:34:54Z-
dc.date.issued2021-10-21-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/3577-
dc.description.abstractIntroduction: In the case of high-performance athletes, the COVID-19 pandemic raised questions about the risk of cardiovascular diseases in those previously infected with SARS-CoV-2. Myocarditis appears as a possible sequela after a viral infection in this population, which must undergo an evaluation in order to research cardiovascular evidence and which pathways allow a safe return to the sport. Methods: Descriptive observational study of case series, which brought together professional soccer athletes in the post-COVID. These were submitted to detailed physical examination, evaluation with electrocardiogram (ECG) at rest, exercise test and answered a questionnaire about the symptoms presented at the time they had COVID-19. Criteria were defined for the selection of athletes for cardiac magnetic resonance imaging (CMR) in the search for signs suggestive of myocarditis. Results: The study evaluated 17 male professional soccer players in the post-COVID period, all classified as asymptomatic (29.4%) and mild symptomatic (70.6%). From the clinical examination, resting ECG and Erg, five athletes (29.4%) were considered eligible for CMR, and pericardial effusion was detected in 40.0% (n=2) and late enhancement areas in 20.0% (n=1), compatible with myocardial fibrosis and with an aspect suggestive of previous inflammatory insult scar (myocarditis). Conclusions: The importance of a cardiac examination before returning to sports practice after resolution of the acute picture of COVID-19 is observed, even in asymptomatic and mild cases.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAvaliação cardiovascularpt_BR
dc.subjectPós Covid-19pt_BR
dc.subjectFutebolistaspt_BR
dc.titleImportância da avaliação cardiovascular em futebolistas no pós-Covid: um estudo de casospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Menezes Júnior, Antônio da Silva-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1751-5206pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4141970817482471pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Perillo Filho, Marcos Pinto-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3946011427183270-
dc.contributor.referee1Faria, Ricardo Alves Ribeiro de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1829120863021906pt_BR
dc.contributor.referee2Borges, Leonardo Luiz-
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-2183-3944pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8153436057725516pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Em se tratando de atletas de alta performance, a pandemia da COVID-19 trouxe questionamentos acerca do risco de doenças cardiovasculares naqueles previamente infectados pelo SARS-CoV-2. A miocardite surge como uma possível sequela após uma infecção viral nessa população, a qual deve passar por uma avaliação com o intuito de pesquisar as evidências cardiovasculares e quais caminhos permitem um retorno seguro ao esporte. Métodos: Estudo observacional descritivo de série de casos, que reuniu atletas profissionais de futebol no pós-COVID. Estes foram submetidos a exame físico detalhado, avaliação com eletrocardiograma (ECG) de repouso, teste ergométrico (TErg) e responderam um questionário acerca dos sintomas apresentados na época em que tiveram COVID-19. Definiram-se critérios para a seleção de atletas para realização de ressonância magnética cardíaca (RMC) na busca de sinais sugestivos de miocardite. Resultados: O estudo avaliou 17 futebolistas profissionais do sexo masculino no pós-COVID, todos classificados com quadros assintomáticos (29,4%) e sintomáticos leves (70,6%). A partir do exame clínico, ECG de repouso e TErg, cinco atletas (29,4%) foram considerados elegíveis para a realização da RMC, sendo detectado derrame pericárdico em 40,0% (n=2) e áreas de realce tardio em 20,0% (n=1), compatíveis com fibrose miocárdica e com aspecto sugestivo de cicatriz de insulto inflamatório prévio (miocardite). Conclusões: Observa-se a importância de um exame cardíaco antes do retorno à prática esportiva após a resolução do quadro agudo de COVID-19, mesmo em casos assintomáticos e leves.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINApt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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