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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11151Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor | Orientador: Leonel Cardoso dos Santos; Segundo membro: Gustavo Henrique Mendes | pt_BR |
| dc.creator | Mendes, Lídia Pereira | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-09-18T21:29:41Z | - |
| dc.date.available | 2026-09-18T21:29:41Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-10 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11151 | - |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | medicalização; saúde mental; práticas discursivas. | pt_BR |
| dc.title | A medicalização da vida na contemporaneidade: uma análise documental da obra audiovisual ‘sem tarja’ | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Santos, Leonel Cardoso dos Santos | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7352051648264407 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Morabi, Marina de Moraes e Prado | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8368326339706206 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | .Não consta na lista (Orientadores e membros) | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | .Não consta na lista (Lattes) | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presente trabalho analisa os processos de medicalização da vida contemporânea a partir do documentário Sem Tarja (2018), de Rafaela Uchoa. A pesquisa adota abordagem qualitativa e documental, fundamentada na perspectiva das práticas discursivas e da produção de sentidos de Mary Jane Spink, articulada ao referencial teórico de Michel Foucault. A análise foi organizada em quatro eixos temáticos (a lógica por trás da medicalização excessiva, os aspectos da vida contemporânea, a Reforma Psiquiátrica e as práticas não medicamentosas) e conduzida por meio da análise dos três tempos propostos por Spink: tempo longo, tempo vivido e tempo curto. Os resultados evidenciaram que a medicalização não se reduz ao consumo de psicofármacos, mas constitui fenômeno histórico, social, político e econômico que organiza formas específicas de compreender a normalidade e a loucura. Conclui-se que o sofrimento psíquico não pode ser compreendido fora das relações de poder, dos interesses econômicos e das exigências sociais que participam de sua produção, e que práticas de cuidado comprometidas com a integralidade biopsicossocioespiritual dos sujeitos constituem formas concretas de resistência à lógica medicalizante. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Ciências Sociais e da Saúde | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Psicologia | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Psicologia | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
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