PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Psicologia
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dc.contributorOrientadora: Ariana Fidelis - http://lattes.cnpq.br/1939849667585280 Segundo Membro Banca: Rose Helen Shimabuku Rodrigues Bastos - http://lattes.cnpq.br/6081866217607336 Autor(a): Pedro Antônio do Couto Ferreira Fonsecapt_BR
dc.creatorFonseca, Pedro Antônio do Couto Ferreirapt_BR
dc.date.accessioned2026-08-06T20:19:51Z-
dc.date.available2026-08-06T20:19:51Z-
dc.date.issued2026-06-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11118-
dc.description.abstractThe present study investigated, through an integrative literature review, how Latin American scientific production has discussed the relationships between subjectivity, selfmanagement, and labor in Solidarity Economy Enterprises (SEEs). A total of 17 articles were reviewed, with a predominance of studies conducted in Brazil and Argentina. The results indicated that self-managed experiences promote greater collective participation, strengthen cooperative ties, foster social recognition, and enhance workers’ appropriation of work organization, especially in women-led Solidarity Economy experiences. At the same time, the studies revealed contradictions related to the demands of economic sustainability, work intensification, and the persistence of social and gender inequalities. Among the limitations of the analyzed literature are the scarcity of quantitative and comparative studies, the concentration of research in specific national contexts, particularly Brazil and Argentina, the conceptual heterogeneity surrounding self-management, and the normative tendency present in part of the literature, which restricts broader generalizations. It is concluded that SEEs constitute spaces simultaneously marked by the potential for democratic participation, collective recognition, and transformation of labor relations, as well as by structural constraints associated with contemporary dynamics of precarious work, economic sustainability, and social inequality. In this sense, there is a need for further investigations into the psychosocial dimensions of self-management across different Latin American contexts.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAutogestãopt_BR
dc.subjectEconomia solidáriapt_BR
dc.titleSubjetividade e autogestão em empreendimentos de economia solidária: uma revisão integrativapt_BR
dc.title.alternativeSubjetividade e autogestão em empreendimentos de economia solidáriapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Fidelis, Arianapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1939849667585280pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Cantarelli, Ana Cândida Cardosopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8259590835939380pt_BR
dc.contributor.referee1.Não consta na lista (Orientadores e membros)pt_BR
dc.contributor.referee1ID.Não consta na lista (Orcid)pt_BR
dc.contributor.referee1Lattes.Não consta na lista (Lattes)pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo investigou, por meio de revisão integrativa da literatura, como a produção científica latino-americana tem discutido as relações entre subjetividade, autogestão e trabalho em Empreendimentos de Economia Solidária (EES). Foram revisados 17 artigos, com predominância de pesquisas realizadas no Brasil e na Argentina. Os resultados indicaram que as experiências autogestionárias favorecem a ampliação da participação coletiva, o fortalecimento dos vínculos cooperativos, o reconhecimento social e maior apropriação dos trabalhadores sobre a organização do trabalho, especialmente em experiências femininas de Economia Solidária. Ao mesmo tempo, os estudos evidenciaram contradições relacionadas às exigências de sustentabilidade econômica, à intensificação do trabalho e à permanência de desigualdades sociais e de gênero. Como limitações da literatura analisada, destacam-se a escassez de estudos quantitativos e comparativos, a concentração das pesquisas em determinados contextos nacionais, especialmente Brasil e Argentina, a heterogeneidade conceitual acerca da autogestão e a tendência normativa presente em parte das produções, dificultando generalizações mais amplas. Conclui-se que os EES constituem espaços atravessados simultaneamente por potencialidades de participação democrática, reconhecimento coletivo e transformação das relações de trabalho, mas também por limites estruturais vinculados às dinâmicas contemporâneas de precarização, sustentabilidade econômica e desigualdade social. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de aprofundar investigações sobre as dimensões psicossociais da autogestão nos diferentes contextos latinoamericanos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Sociais e da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.degree.graduationPsicologiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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