PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Ciências Biológicas - Bacharelado
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dc.creatorOliveira, Gabrielly Coelho dept_BR
dc.date.accessioned2026-06-26T18:29:39Z-
dc.date.available2026-06-26T18:29:39Z-
dc.date.issued2026-06-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11070-
dc.description.abstractCetaceans are essential indicators of marine ecosystem health, responding sensitively to changes caused by human activities. In Brazil, where 49 species are recorded, many face vulnerability due to interactions with fishing, pollution, and vessel traffic. This study conducted a quantitative and qualitative analysis of anthropogenic impacts on cetaceans along the Brazilian coast between 2020 and 2025, using secondary data from the Aquatic Biota Monitoring Information System (SIMBA). A total of 7,261 stranding records were analyzed, with the highest concentrations in the states of São Paulo, Santa Catarina, and Rio de Janeiro, reflecting both the ecological productivity of these regions and the intensity of monitoring efforts. The franciscana dolphin (Pontoporia blainvillei) and the Guiana dolphin (Sotalia guianensis) were the most frequent species, totaling 5,742 records, corresponding to 79% of the records analyzed records. Fishing interaction was identified as the primary anthropogenic impact vector, accounting for at least 1,499 records. The applied Vulnerability Index (VI) classified the franciscana and the Guiana dolphin as having "Very High" vulnerability, showing that proximity to urban areas and fishing zones drastically increases the risk for these populations. The study concludes that, although stranding records are fundamental for management, they represent only a fraction of the actual mortality occurring at sea, emphasizing the urgent need for public policies that restrict the use of gillnets in breeding and feeding areas.pt_BR
dc.description.sponsorshipOutrospt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMamíferos Marinhospt_BR
dc.subjectImpactos Antrópicospt_BR
dc.subjectSIMBApt_BR
dc.subjectConservaçãopt_BR
dc.titleAnálise dos impactos antropogênicos sofridos por espécies de cetáceos que ocorrem no litoral do Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Feitosa, Darlan Tavarespt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3500272349902475pt_BR
dc.contributor.referee1Coelho, Maycon Winnicius Barreira de Souzapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9753454952866364pt_BR
dc.contributor.referee2Alves, Igor Gerolinetopt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8034276753493137pt_BR
dc.description.resumoOs cetáceos são considerados importantes indicadores da saúde dos ecossistemas marinhos, reagindo de forma sensível às mudanças causadas pelas atividades humanas. No Brasil, onde são registradas 49 espécies, muitas enfrentam situações de vulnerabilidade devido as interações com a pesca, poluição e tráfego de embarcações. O presente estudo realizou uma análise quantitativa e qualitativa dos impactos antropogênicos sofridos por cetáceos no litoral brasileiro entre 2020 e 2025, utilizando dados secundários do Sistema de Monitoramento da Biota Aquática (SIMBA). Foram analisados 7.261 registros de encalhes, com maior concentração nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro, refletindo tanto a produtividade ecológica dessas regiões quanto a intensidade do esforço de monitoramento. A toninha (Pontoporia blainvillei) e o boto-cinza (Sotalia guianensis) foram as espécies mais frequentes, totalizando 5.742 registros, correspondendo a 79% dos registros analisados. A interação com a pesca foi identificada como o principal vetor de impacto antrópico, respondendo por pelo menos 1.499 registros. O Índice de Vulnerabilidade (IV) aplicado classificou a toninha e o boto-cinza com vulnerabilidade "Muito Alta", evidenciando que a proximidade com áreas urbanas e zonas de pesca aumenta drasticamente o risco para essas populações. Conclui-se que, embora os registros de encalhe sejam fundamentais para a gestão, eles representam apenas uma fração da mortalidade real ocorrida no mar, sendo urgente a implementação de políticas públicas que restrinjam o uso de redes de emalhar em áreas de reprodução e alimentação.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9753454952866364pt_BR
dc.degree.graduationCiências Biológicas - Bachareladopt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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