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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10998Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Melo, João Paulo Duarte de | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-06-24T20:30:29Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-24T20:30:29Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-08 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10998 | - |
| dc.description.abstract | Studies on masculinities have gained prominence in recent decades due to the impacts of traditional models of masculinity on social relationships, men’s mental health, and the production of violence. Hegemonic masculinity, associated with virility, domination, rationality, and the denial of vulnerability, contributes to the maintenance of gender inequalities and to men’s psychological suffering. This study aimed to investigate how hegemonic masculinity patterns influence men’s psychological suffering and contribute to violent practices against women and dissident masculinities, as well as to analyze how these discussions have been addressed within Psychology. This is a qualitative study conducted through an integrative literature review. Searches were carried out in the databases Google Scholar, CAPES Journals, PePSIC, and SciELO, using the descriptors “masculinity,” “psychological suffering,” and “violence.” After applying the selection criteria, 27 articles were analyzed through thematic analysis. The results showed that masculinities are social and historical constructions organized hierarchically. The persistence of a hegemonic model characterized by emotional repression, compulsory heterosexuality, and the valorization of violence as a form of masculine validation was observed. In addition to reinforcing gender inequalities and violence, this model promotes psychological suffering, emotional isolation, self-neglect, and emotional difficulties among men themselves. It is concluded that hegemonic masculinity produces negative impacts both on social relationships and on male subjectivity, highlighting the need to promote more plural, healthy, and less violent ways of experiencing masculinity. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Não recebi financiamento | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Masculinidade hegemônica; Sofrimento Psíquico; Violência | pt_BR |
| dc.title | Masculinidade hegemônica, sofrimento psíquico e violência: uma revisão integrativa da literatura | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Miranda, Fábio Jesus | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0003-3148-1719 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4800752200468738 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Alvarenga, Gabriella Assumpção | pt_BR |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0001-9704-0305 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0820819784909463 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Os estudos sobre masculinidades têm ganhado destaque nas últimas décadas devido aos impactos dos modelos tradicionais de masculinidade nas relações sociais, na saúde mental masculina e na produção de violências. A masculinidade hegemônica, associada à virilidade, dominação, racionalidade e negação da vulnerabilidade, contribui para a manutenção de desigualdades de gênero e para o sofrimento psíquico dos homens. Este estudo teve como objetivo investigar como os padrões da masculinidade hegemônica influenciam o sofrimento psíquico masculino e contribuem para práticas de violência contra mulheres e masculinidades dissidentes, além de analisar como essas discussões vêm sendo abordadas na Psicologia. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, desenvolvida por meio de revisão integrativa da literatura. As buscas foram realizadas nas bases Google Acadêmico, Periódicos CAPES, PePSIC e SciELO, utilizando os descritores “masculinidade”, “sofrimento psíquico” e “violência”. Após os critérios de seleção, 27 artigos foram analisados por meio de análise temática. Os resultados evidenciaram que as masculinidades são construções sociais e históricas organizadas de forma hierárquica. Observou-se a permanência de um modelo hegemônico marcado pela repressão emocional, heterossexualidade compulsória e valorização da violência como forma de validação masculina. Além de reforçar desigualdades e violências de gênero, esse modelo favorece sofrimento psíquico, isolamento afetivo, autonegligência e dificuldades emocionais nos próprios homens. Conclui-se que a masculinidade hegemônica produz impactos negativos tanto nas relações sociais quanto na subjetividade masculina, evidenciando a necessidade de promover formas mais plurais, saudáveis e menos violentas de experienciar o masculino. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Direito, Negócios e Comunicação | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Administração | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Administração | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
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