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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10955| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Incidência de doenças infecciosas em pacientes imunizados com BCG e sua relação com a cicatriz vacinal |
| Título(s) alternativo(s): | Incidência de doenças infecciosas em pacientes imunizados com BCG |
| Autor(es): | Milhomem, Giovanna Martins Mariano, Melissa Silva |
| Primeiro Orientador: | Gomes, Clayson Moura |
| metadata.dc.contributor.referee1: | Cruvinel, Wilson de Melo |
| metadata.dc.contributor.referee2: | Conde, Roseneide Aparecida |
| Resumo: | A vacina Bacille Calmette-Guérin, utilizada na prevenção de formas graves de tuberculose, tem sido associada a efeitos protetores inespecíficos contra outras doenças infecciosas, fenômeno conhecido como imunidade treinada. Diante da persistência de elevadas taxas de infecções, torna-se relevante investigar estratégias que possam otimizar a resposta imunológica populacional, o que contrasta com a limitada produção científica voltada para a população brasileira, particularmente a goiana. Este estudo teve como objetivo comparar avaliar a associação entre a incidência de doenças infecciosas (COVID-19, influenza, dengue e tuberculose) em indivíduos imunizados, além de correlacionar características da cicatriz vacinal com proteção clínica. Trata-se de um estudo observacional, transversal e quantitativo, realizado por meio de questionário estruturado aplicado online à população de Goiás, incluindo acadêmicos da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Foram coletadas informações sobre perfil sociodemográfico, histórico vacinal, comorbidades e ocorrência de infecções. A análise estatística foi conduzida nos softwares Excel, Epi Info e Jamovi, utilizando regressão logística e testes de associação, adotando-se nível de significância de p < 0,05. A amostra foi composta por 200 participantes, predominantemente do sexo feminino (72,9%) e jovens (60,3% entre 18–24 anos), com cobertura vacinal de 96%. Em relação à COVID-19, o maior número de cicatrizes associou-se à menor ocorrência da doença (p=0,023), enquanto idade >40 anos aumentou o risco (p=0,006). Para influenza, maior diâmetro da cicatriz (p=0,046) e hipertensão associaram-se a maior risco, enquanto idade >40 anos apresentou efeito protetor (p=0,012). Para a dengue, o número de cicatrizes foi positivamente associado ao risco (p < 0,001). Não houve associação significativa para tuberculose, possivelmente devido a uma frequência muito baixa de casos relatados na amostra. Conclui-se que a vacina BCG pode atuar como moduladora da resposta imunológica, apresentando efeitos inespecíficos distintos conforme o patógeno. A cicatriz vacinal destaca-se como potencial marcador clínico da resposta imune, podendo contribuir para o desenvolvimento de estratégias de revacinação e políticas públicas em cenários epidemiológicos emergentes. |
| Palavras-chave: | Vacina BCG Tuberculose |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| Sigla da Instituição: | PUC Goiás |
| metadata.dc.publisher.department: | Escola de Ciências Médicas e da Vida |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10955 |
| Data do documento: | 28-Mai-2026 |
| Aparece nas coleções: | TCC Medicina |
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