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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10953| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Perfil epidemiológico dos pacientes de transplante renal no estado de Goiás de 2014 a 2024 |
| Título(s) alternativo(s): | Perfil epidemiológico dos pacientes de transplante renal |
| Autor(es): | Silva, Amanda Fonseca Andrade Castro, Gabriela Gonçalves |
| Primeiro Orientador: | Gomes, Clayson Moura |
| metadata.dc.contributor.referee1: | Castro, Frank Sousa |
| Resumo: | A Doença Renal Crônica (DRC) representa um problema de saúde pública crescente no Brasil, impulsionado pela alta prevalência de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM) como principais fatores de risco. O transplante renal constitui a terapia de escolha nos estágios avançados da doença, sendo o conhecimento do perfil epidemiológico dos pacientes transplantados essencial para orientar a prática clínica e o planejamento de políticas públicas em saúde. Este estudo teve como objetivo caracterizar o perfil epidemiológico dos pacientes submetidos a transplante renal no estado de Goiás entre 2014 e 2024. Trata-se de pesquisa observacional retrospectiva de caráter descritivo e analítico, com análise de dados de 3.155 pacientes coletados do Laboratório de Imunologia de Transplantes de Goiás (HLAGYN). As variáveis analisadas incluíram idade, sexo, tipo sanguíneo, modalidade de diálise, comorbidades e Índice de Massa Corporal (IMC), calculado a partir dos dados de peso e altura disponíveis nos registros. A análise estatística foi realizada por meio do teste qui-quadrado, adotando p < 0,05 como nível de significância. Os resultados mostraram predomínio de pacientes do sexo masculino (61,74%), com idade média de 51 anos e maior concentração na faixa etária entre 51 e 60 anos (24,75%). O tipo sanguíneo O foi o mais frequente (45,86%). Quanto ao perfil clínico, 40% dos registros apresentaram excesso de peso, e a HAS foi a principal comorbidade identificada (24,7%). A hemodiálise predominou como terapia renal substitutiva prévia (68,62%), enquanto a diálise peritoneal registrou apenas 1,81% de utilização. Foi identificada associação estatisticamente significativa entre sexo e desfecho clínico (p < 0,001), com maior proporção de transplantes efetivados em homens (86,0%) e maior taxa de óbito proporcional em mulheres (20,9%). A elevada proporção de registros não informados, especialmente sobre a relação com o doador (62,54%) e o status final do paciente (38,07%), limitou a precisão das análises. O perfil epidemiológico encontrado em Goiás é semelhante ao descrito em outras regiões do país, mas os achados apontam para a necessidade de melhorias na qualidade dos registros em saúde e de políticas públicas voltadas ao diagnóstico precoce, controle dos fatores de risco e incentivo à diálise peritoneal e ao transplante preemptivo. |
| Palavras-chave: | Doença renal crônica Diálise Comorbidades |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| Sigla da Instituição: | PUC Goiás |
| metadata.dc.publisher.department: | Escola de Ciências Médicas e da Vida |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10953 |
| Data do documento: | 28-Mai-2026 |
| Aparece nas coleções: | TCC Medicina |
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