PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Relações Internacionais
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dc.creatorDaudt Bandeira, Beatrice-
dc.date.accessioned2020-12-17T14:29:53Z-
dc.date.available2020-12-17T14:29:53Z-
dc.date.issued2020-12-01-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/1067-
dc.description.abstractThe aim of this paper is to discuss the challenges of classical humanitarian practice, which has defining characteristics the principles of independence, neutrality and impartiality, in the context of the Afghanistan conflicts that occurred in post-Cold War. For this study, the International Committee of the Red Cross (ICRC), assumed as the cradle of international classical humanitarianism, was taken by analysis. For this study it takes into account changes in trends in humanitarian action, and in the sphere of assistance to victims, in accordance with a normative and legal basis of international humanitarian law, in the context of "new wars". In the contemporary paradigm, the humanitarian mandate has been dedicated to the performance of countries and international state institutions in violent conflicts. Assuming that underdevelopment is the main cause of perpetuation of internal conflicts, the justifications are to guarantee and protect human rights, and to promote liberal development, peace and democratic in the medium and long term. In order to carry out the debate proposed here, the following topics were addressed: the “new humanitarianism”, which includes the apparent interest in foreign policy; the priority of militarization and politicization of humanitarian services; the dimensions of classical humanitarianism; the context of Afghanistan, which shows the configuration; and the effects and risks for the ICRC. In these new circumstances, some of the dilemmas of the “War on terror” arise, which further stimulated the conditionality and selectivity of the victims, which was in particular the discourse against the Taliban in Afghanistan. At the same time, conditionality left thousands of other people at risk. Understanding this scenario is necessary to understand the identity distortions of classical humanitarianism, and their consequences on the safety of professionals and the care of victims in non-state armed conflicts.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectação humanitáriapt_BR
dc.subjectComitê Internacional da Cruz Vermelhapt_BR
dc.subjectDireito Internacional Humanitáriopt_BR
dc.subjectconflito armado não estatal.pt_BR
dc.titleOs desafios da ação humanitária clássica: um estudo de caso do Comitê Internacional da Cruz Vermelha no Afeganistãopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Alarcon, Danillo-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-8541-4322pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5673401164447604 Cpt_BR
dc.contributor.referee1Pietrafesa, Pedro Araújo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/404%208337427692081pt_BR
dc.contributor.referee2Nunes, Paulo Henrique Faria-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/208 7437044655904pt_BR
dc.description.resumoO objetivo do presente trabalho é discutir os desafios da prática humanitária clássica, que tem como características definidoras os princípios clássicos de independência, neutralidade e imparcialidade, no contexto dos conflitos ocorridos no Afeganistão pós-Guerra Fria. Para a realização desse estudo, tomou-se como modelo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), berço do humanitarismo clássico internacional. Análise que leva em consideração mudanças verificadas nas tendências da ação humanitária, e na esfera do atendimento às vítimas, em conformidade com uma base normativa e legal do Direito Internacional Humanitário, no contexto de “novas guerras”. No paradigma contemporâneo, o mandato humanitário tem sido dedicado à atuação de países e instituições estatais internacionais em conflitos violentos. Assumindo que o subdesenvolvimento é a principal causa de perpetuação de conflitos internos, as justificativas são garantir e proteger os direitos humanos, e promover o desenvolvimento liberal e a paz democrática no médio e longo prazo. Para a realização do debate aqui proposto, foram abordados os seguintes temas: o “novo humanitarismo”, que inclui o aparente interesse de política externa; a prioridade da militarização e politização dos serviços humanitários; as dimensões do humanitarismo clássico; o contexto do Afeganistão, que evidencia a configuração; e os efeitos e riscos para o CICV. Nessas novas circunstâncias, surgem alguns dos dilemas da “Guerra ao Terror”, que estimulou ainda mais o condicionalismo e a seletividade das vítimas, o que foi nomeadamente o raciocínio contra o Taliban no Afeganistão. Ao mesmo tempo, o condicionalismo deixou outras milhares de pessoas em situação de risco. Entender esse cenário se faz necessário para a compreensão das distorções identitárias do humanitarismo clássico, e suas consequências na segurança dos profissionais e no atendimento às vítimas em conflitos armados não estatais.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Direito e Relações Internacionaispt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA::POLITICA INTERNACIONALpt_BR
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