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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10634Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Demarcki, Esther Gomes dos Santos | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-06-18T18:54:47Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-18T18:54:47Z | - |
| dc.date.issued | 2026-05-28 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10634 | - |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | direitos da personalidade; post mortem; inteligência artificial; deepfake; dignidade da pessoa humana; imagem e voz do falecido. | pt_BR |
| dc.title | A (re)produção digital de imagem pós-morte no Brasil: o uso de deepfakes e hologramas à luz dos direitos individuais no século XXI | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Moi, Fernanda de Paula Ferreira | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1021206921773836 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Barbieri, José Eduardo | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4502186668794626 | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presente trabalho analisou os fundamentos jurídicos da tutela da personalidade post mortem no ordenamento jurídico brasileiro diante dos desafios impostos pelas tecnologias de Inteligência Artificial, em especial o uso de deepfakes e hologramas para a reprodução digital de pessoas falecidas. A pesquisa adotou método dedutivo, com abordagem qualitativa e revisão bibliográfica e documental, examinando a doutrina civilista e constitucional, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e as iniciativas legislativas em tramitação no Congresso Nacional. O estudo demonstrou que a dignidade da pessoa humana, consagrada no artigo 1º, inciso III, da Constituição Federal de 1988, irradia efeitos para além da morte do titular, fundamentando a proteção da imagem, da voz e da honra do falecido por meio da legitimação extraordinária conferida pelos artigos 12 e 20 do Código Civil de 2002. A investigação revelou que o caso da cantora Elis Regina, cuja imagem foi reconstituída digitalmente para fins comerciais, evidenciou um vácuo normativo estrutural, motivando o Projeto de Lei 3.592/2023 e o debate em torno do Marco Legal da Inteligência Artificial. A pesquisa concluiu que o ordenamento brasileiro, embora possua fundamentos axiológicos suficientes para enfrentar o fenômeno, carece de legislação específica, sendo necessária a adoção de critérios objetivos centrados no consentimento expresso em vida, na distinção entre finalidades privadas e comerciais e na preservação da integridade biográfica do de cujus, de modo a impedir a redução da memória humana a mero ativo mercantil. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Direito, Negócios e Comunicação | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Direito | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Direito | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| Esther G. S. Demarcki.pdf | 1,22 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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