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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10557Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Brito, Amanda Silva Peixoto | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-06-17T17:02:19Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-17T17:02:19Z | - |
| dc.date.issued | 2026-05-20 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10557 | - |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Mercado Informal; Gestante; Estabilidade Provisória; Salário-Maternidade; Dignidade da Pessoa Humana. | pt_BR |
| dc.title | Mercado informal de trabalho: impactos para trabalhadoras gestantes | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Rodrigues, Fernando Gomes | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6685172846413683 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Rocha, Maria Nívia Taveira | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6303640130304867 | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presente artigo analisa a disparidade de proteção jurídica conferida às gestantes no cenário laboral brasileiro, contrastando a robustez do mercado formal com a precariedade estrutural do mercado informal. Partindo de uma abordagem qualitativa e dogmática, a pesquisa examina como a estabilidade provisória e o salário-maternidade operam como garantias de dignidade no emprego regular, enquanto na informalidade a maternidade converte-se em um risco individualizado e fator de exclusão econômica. Investigam-se as barreiras de acesso aos direitos previdenciários, agravadas pelo tecnicismo burocrático e pela exigência de manutenção da qualidade de segurada, que frequentemente marginalizam a trabalhadora invisível. O estudo destaca atualizações jurisprudenciais recentes, como a pacificação da estabilidade em contratos temporários pelo TST em março de 2026, utilizando-as como parâmetro para propor extensões protetivas àquelas desprovidas de vínculo empregatício. Ao final, sugerem-se mecanismos de fiscalização inteligente e a criação de indenizações por ruptura discriminatória, sustentando que a tutela à maternidade deve deslocar-se da lógica contratual para a condição humana, garantindo que a proteção social seja um direito universal e não um privilégio da formalidade. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Direito, Negócios e Comunicação | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Direito | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Direito | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
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