PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorLima, Alexandre Almeida Bessa dept_BR
dc.creatorRamos, Cynara Louany da Silvapt_BR
dc.date.accessioned2025-12-17T17:17:09Z-
dc.date.available2025-12-17T17:17:09Z-
dc.date.issued2025-10-15-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10060-
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEstimulação magnética transcraniana repetitivapt_BR
dc.subjectDepressão bipolarpt_BR
dc.subjectNeuromodulaçãopt_BR
dc.subjectRTMSpt_BR
dc.titlePerspectivas no tratamento não farmacológico de depressão bipolar: a estimulação magnética transcraniana repetitiva como proposta terapêutica adjuvantept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Moura, Amarildo Lemos Dias dept_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7097170782565556pt_BR
dc.contributor.referee1Carneiro, Lórimer Sandovalpt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5163912494929145pt_BR
dc.contributor.referee2Mendes, Aderrone Vieirapt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6006452708857442pt_BR
dc.description.resumoRESUMO EXPANDIDO Apresentação / Introdução A depressão bipolar (DB) é um grande desafio terapêutico da psiquiatria, caracterizada por curso crônico, elevada morbidade, maior risco de suicídio e resposta limitada aos tratamentos farmacológicos convencionais, que além de pouco eficazes podem induzir virada afetiva (Kazemi et al., 2018). Além disso, a evidência científica da redução de reincidência de episódios de DB devido ao uso de tratamento com antidepressivos é pequena e incerta (Vázquez et al., 2014). Diante dessas limitações, cresce o interesse em novas estratégias não farmacológicas e não invasivas que atuem nos circuitos corticais sem comprometer a estabilidade do humor. Nesse cenário, a estimulação magnética transcraniana repetitiva (rTMS) se apresenta como alternativa promissora. Já consolidada para depressão unipolar, especialmente com protocolos de alta frequência no córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo (DLPFC), a técnica tem sido explorada em pacientes bipolares (Noda et al., 2015). Estudos indicam que a rTMS pode modular redes corticolímbicas e induzir neuroplasticidade, por meio de controle "top-down" e aumento de eficiência de sinapses e vias de sinalização, com perfil de segurança ambulatorial e baixo risco de efeitos adversos graves ou virada maníaca/hipomaníaca, também denominado de "switch" (Harika‐Germaneau et al., 2022; Konstantinou et al., 2021). Entretanto, faltam diretrizes específicas para sua aplicação na DB, o que reforça a heterogeneidade das evidências disponíveis, justificando a realização de revisões atualizadas que sistematizam esse campo emergente. Objetivo Sintetizar criticamente a produção científica (2020–2024) sobre rTMS na depressão bipolar, analisando eficácia, segurança e parâmetros terapêuticos, para subsidiar a padronização de protocolos e o avanço da psiquiatria de precisão. Metodologia Trata-se de uma revisão de escopo, conduzida segundo a declaração PRISMA-ScR. Foram realizadas buscas nas bases PubMed/MEDLINE e ScienceDirect, entre 2020 e 2024, utilizando combinações de descritores relacionados a rTMS e depressão bipolar. Foram incluídos artigos de revisão, em inglês ou português, que abordassem diretamente a intervenção nessa população. Excluíram-se ensaios clínicos individuais, estudos sobre depressão unipolar, pesquisas pré-clínicas e publicações não relacionadas à rTMS como intervenção principal, totalizando 14 revisões (sistemáticas, narrativas, de escopo e diretrizes) que atenderam aos critérios de elegibilidade. Resultados Foram incluídas 14 publicações recentes sobre rTMS na depressão bipolar, abrangendo revisões sistemáticas, de escopo, narrativas e diretrizes, com protocolos geralmente aplicados ao córtex pré-frontal dorsolateral entre 80–120% do limiar motor, em 10–30 sessões. Os achados convergem para benefício clínico da estimulação de alta frequência no hemisfério esquerdo (HF-L-DLPFC) e da estimulação profunda (dTMS), enquanto os resultados com baixa frequência à direita (LF-R) e protocolos bilaterais permanecem heterogêneos, e a estimulação por surtos de theta (TBS) segue inconclusiva devido a limitações amostrais e metodológicas. De forma geral, a técnica demonstrou bom perfil de segurança e tolerabilidade, com efeitos adversos leves predominantes e risco raro de virada maníaca/hipomaníaca, embora seja recomendada monitorização em protocolos excitatórios à esquerda. Apesar do potencial terapêutico, a variabilidade de parâmetros e amostras pequenas ainda impedem a definição de um protocolo ideal. Por se tratar de resultados parciais, os achados permanecem exploratórios, devendo ser interpretados com cautela até maior consolidação de evidências. Conclusão A rTMS apresenta perfil promissor e seguro na depressão bipolar, com maior evidência para protocolos de alta frequência à esquerda e dTMS. Resultados são heterogêneos para outras modalidades (LF-R, TBS), destacando a necessidade de padronização de parâmetros e estudos adicionais para consolidar protocolos clínicos. Palavras-chave Depressão Bipolar; Neuromodulação; rTMS; Transtorno Bipolar.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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