PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Fisioterapia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRodrigues, Maria Eduarda Guimarãespt_BR
dc.date.accessioned2025-12-16T21:28:47Z-
dc.date.available2025-12-16T21:28:47Z-
dc.date.issued2025-12-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9959-
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectParalisia cerebralpt_BR
dc.subjectParticipação socialpt_BR
dc.subjectEstrutura familiarpt_BR
dc.subjectDesenvolvimento infantilpt_BR
dc.titleInfluência da estrutura familiar na participação domiciliar e comunitária de crianças e adolescentes com paralisia cerebralpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Prudente, Cejane Oliveira Martinspt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6218135408293767pt_BR
dc.contributor.referee1Borges, Sheila de Medeirospt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0944015844591046pt_BR
dc.contributor.referee2Santos, Márcia Fernandes-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0153331283430767-
dc.description.resumoA paralisia cerebral é uma condição que pode afetar a mobilidade, a autonomia e o desempenho cotidiano. Essas limitações repercutem diretamente na forma como crianças e adolescentes se envolvem em atividades nos diferentes ambientes em que vivem, já que sua participação é influenciada tanto por suas capacidades quanto pelo suporte e condições oferecidas pelo ambiente. Este estudo teve como objetivo relacionar a estrutura familiar com a participação domiciliar e comunitária de crianças e adolescentes com paralisia cerebral. Trata-se de um estudo transversal analítico, realizado em um Centro de Reabilitação da região Centro-Oeste do Brasil. Participaram 37 pais ou responsáveis de crianças e adolescentes com paralisia cerebral, entre 5 e 17 anos, que responderam na forma de entrevista um questionário sociodemográfico e clínico e a Medida de Participação e do Ambiente – Crianças e Jovens (PEM-CY). Utilizou-se os testes t de Student e ANOVA, com nível de significância de 5% (p < 0,05). As crianças e adolescentes com paralisia cerebral tinham em média 7,51 ± 2,32 anos de idade. A média de frequência e porcentagem de participação, além da porcentagem de desejo de mudanças foram maiores no ambiente domiciliar em comparação à comunidade. Contudo, a média de envolvimento foi maior na comunidade. As barreiras foram mais prevalentes na comunidade. Houve diferença significativa apenas entre presença de irmãos e média de envolvimento nas atividades em casa (p=0,02). Conclui-se que crianças e adolescentes com paralisia cerebral que possuem irmãos, têm maior envolvimento nas atividades domiciliares. É importante a equipe multidisciplinar considerar a participação dos irmãos no planejamento terapêutico, ampliando a compreensão das dinâmicas familiares que influenciam o desenvolvimento e a inclusão de pessoas com paralisia cerebral.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Sociais e da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationFisioterapiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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