PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Odontologia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSantos, Nicole Wilhelmspt_BR
dc.date.accessioned2025-12-16T11:06:59Z-
dc.date.available2025-12-16T11:06:59Z-
dc.date.issued2025-12-04-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9900-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectHarmonização orofacialpt_BR
dc.subjectPreenchedores dérmicospt_BR
dc.subjectResponsabilidade civil odontológicapt_BR
dc.subjectÉtica profissionalpt_BR
dc.titleAnálise do conhecimento dos cirurgiões-dentistas sobre os riscos clínicos e aspectos legais e éticos na prática da harmonização orofacialpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Pereira, Claudio Maranhãopt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4975282873806771pt_BR
dc.contributor.referee1Reges, Rogério Vieirapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9110996206785843pt_BR
dc.description.resumoA harmonização orofacial (HOF) tem se consolidado como uma das áreas de maior expansão na Odontologia contemporânea, motivada pela busca crescente por resultados estéticos e funcionais sem cirurgia invasiva. Contudo, a realização desses procedimentos requer conhecimento anatômico detalhado e domínio técnico, além da observância de preceitos éticos e legais definidos pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO). Este estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento de cirurgiões-dentistas acerca dos riscos clínicos, aspectos legais e éticos na prática da harmonização orofacial, com ênfase nos procedimentos de rinomodelação, lipo de papada e bichectomia. Trata-se de uma pesquisa descritiva, transversal e quantitativa, realizada com 68 cirurgiões-dentistas atuantes na cidade de Goiânia (GO), mediante aplicação de questionário estruturado. Os dados foram analisados por estatística descritiva e exploratória, com comparação entre os grupos que realizam e que não realizam HOF rotineiramente. Os resultados indicaram que apenas 19,1% dos participantes executam HOF de forma habitual, e, entre esses, 84,6% possuem algum curso na área. O ácido hialurônico foi o preenchedor mais utilizado e a região periocular, a mais associada a riscos clínicos. As complicações mais citadas foram necrose, infecção e insatisfação estética. Apenas 7,4% dos profissionais declararam-se aptos a manejar necrose, e 22,1% demonstraram conhecimento sobre responsabilidade civil. Apesar de 92,3% dos que realizam HOF formalizarem contratos com os pacientes, observou-se deficiência de compreensão ética e jurídica. Conclui-se que, embora a HOF esteja em expansão na Odontologia, ainda existem lacunas formativas, especialmente quanto ao manejo de complicações e à educação ética e legal. Recomenda-se a criação de protocolos operacionais padronizados, programas de capacitação supervisionada e maior integração interdisciplinar entre Odontologia e Medicina.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationOdontologiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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