PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSouza, Diogo Casagrande Nunes dept_BR
dc.creatorSantos, Gabriel Alves dospt_BR
dc.date.accessioned2025-12-15T22:32:45Z-
dc.date.available2025-12-15T22:32:45Z-
dc.date.issued2025-10-15-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9864-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAutoanticorpospt_BR
dc.subjectImunofluorescência indiretapt_BR
dc.titleReprodutibilidade na avaliação de autoanticorpos em células HEp-2pt_BR
dc.title.alternativeReprodutibilidade da avaliação do título de autoanticorpos em células HEp-2 em laboratórios brasileirospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Cruvinel, Wilson de Melopt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9144269086663257pt_BR
dc.contributor.referee1Francescantonio, Paulo Luiz Carvalhopt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7355650780047625pt_BR
dc.contributor.referee2Gomes, Clayson Mourapt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8550177354539916pt_BR
dc.description.resumoA imunofluorescência indireta em células HEp-2 (IFI/HEp-2) é o principal método de triagem para detecção de autoanticorpos em doenças autoimunes sistêmicas, sendo influenciada por variabilidade interlaboratorial e pela subjetividade na leitura. Diante da importância da correta identificação de amostras negativas para assegurar a especificidade do exame, este estudo realizou uma revisão narrativa sobre padronização e reprodutibilidade do método, complementada por uma análise descritiva da capacidade dos laboratórios brasileiros de reconhecer amostras não reagentes. Foram avaliados os resultados de três amostras negativas distribuídas pela Controllab a 67 laboratórios clínicos, considerando-se como correto o resultado classificado como negativo na triagem. A taxa média de concordância foi de 88,25%, enquanto 11,8% dos laudos apresentaram resultados falso-positivos. Esses achados demonstram desempenho globalmente satisfatório, mas evidenciam que a ausência de fluorescência específica ainda pode ser interpretada de forma inconsistente entre laboratórios. Conclui-se que o fortalecimento de práticas de padronização, a participação em programas de controle de qualidade e o treinamento contínuo são essenciais para aprimorar a confiabilidade da IFI/HEp-2 na rotina diagnóstica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::ANATOMIA PATOLOGICA E PATOLOGIA CLINICApt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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