PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Letras
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dc.creatorFarias, Ana Clara Teles dept_BR
dc.date.accessioned2025-12-15T15:01:00Z-
dc.date.available2025-12-15T15:01:00Z-
dc.date.issued2025-12-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9822-
dc.description.abstractThis study proposes an analysis of Vidas Secas (1938) by Graciliano Ramos, investigating the processes of dehumanization and silencing imposed on the marginalized characters of the northeastern. The research situates this literary work within the “Romance de 30” period and the historical context of the “Estado Novo” (1937-1945), demonstrating how literature served as a tool for social critique in portraying the reality of Brazil's Northeast. Through bibliographic research, the study examines Ramos's "aesthetics of dryness," observing the deep-rooted relationship between the landscape's aridity and the scarcity of language. It discusses the zoomorphization of Fabiano's family in contrast to the humanization of the dog, Baleia, who is endowed with psychological interiority. The monograph concludes that the absence of identity, basic knowledge, and economic oppression function as mechanisms to maintain subalternity. Althought, silence and social invisibility become the tragic hallmarks of the retirantes' existence, whose greatest resistance lies in their insistence on surviving.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDesumanizaçãopt_BR
dc.subjectSertãopt_BR
dc.subjectSecapt_BR
dc.subjectZoomorfizaçãopt_BR
dc.subjectSobrevivênciapt_BR
dc.titleDesumanização e silêncio em Vidas secas: a narrativa das personagens marginalizadaspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Vitoy, Vitor Fernando Perilopt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-8418-2846pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8322017963486142pt_BR
dc.contributor.referee1Cândido, Sara de Castropt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9978245460300788pt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho propõe uma análise da obra Vidas Secas (1938), de Graciliano Ramos, investigando os processos de desumanização e silenciamento impostos às personagens marginalizadas do sertão nordestino. A pesquisa situa a produção literária dentro do período do “Romance de 30” e do contexto histórico do Estado Novo (1937-1945), demonstrando como a literatura funcionou como ferramenta de denúncia social diante da retratação da realidade do Nordeste brasileiro. Por meio de pesquisa bibliográfica, examina-se a “estética da secura” de Graciliano Ramos, observando a enraizada relação entre a aridez da paisagem e a escassez da linguagem. A pesquisa discute a zoomorfização da família de Fabiano em contraste com a humanização da cachorra Baleia, dotada de interioridade psicológica. A monografia conclui que a ausência de identidade, conhecimento básico e a opressão econômica funcionam como mecanismos de manutenção da subalternidade, tornando o silêncio e a invisibilidade social as marcas trágicas da existência dos retirantes, cuja maior resistência reside na insistência em sobreviverpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Formação de Professores e Humanidadespt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.degree.graduationLetraspt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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