PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Psicologia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorVieira, Júlia Borgespt_BR
dc.creatorGarcia, Luiza Lemes do Valept_BR
dc.date.accessioned2025-12-15T12:37:13Z-
dc.date.available2025-12-15T12:37:13Z-
dc.date.issued2025-12-01-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9800-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectElaspt_BR
dc.subjectDesenvolvimento infantil-
dc.subjectAlterações comportamentais-
dc.subjectOrientação parental-
dc.titleUso de telas e alterações comportamentais na infância: Uma revisão sistemáticapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Campos, Daniela Cristinapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4212242129073874pt_BR
dc.contributor.referee1Motta, Kátya Alexandrina Matos Barretopt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6765386044058095pt_BR
dc.contributor.referee2Rodrigues, Thaynara Verman-
dc.description.resumoEste estudo investigou a relação entre o uso precoce e excessivo de telas na infância e a ocorrência de alterações comportamentais em crianças. Considerando o aumento da digitalização do cotidiano e o impacto da pandemia de COVID-19 nas rotinas familiares, buscou-se identificar se a exposição prolongada a dispositivos eletrônicos se associa a desfechos comportamentais adversos. Realizou-se uma revisão sistemática na Base de Periódicos CAPES, utilizando descritores combinados e o fluxo PRISMA para triagem. Dos 10 estudos inicialmente identificados, cinco atenderam aos critérios de inclusão (0–10 anos; foco em alterações comportamentais; disponibilidade de texto completo) e foram analisados qualitativamente. Os achados indicam associação consistente entre maior tempo de tela e efeitos negativos, como irritabilidade, dificuldades de autorregulação, prejuízos atencionais, alterações do sono, redução da socialização e aumento do sedentarismo. A pandemia emergiu como fator relevante para a intensificação da exposição às telas. Observou-se também que práticas de orientação parental, uso de conteúdos educativos, rotinas estruturadas e limites temporais configuram fatores protetores. Conclui-se que, embora exista associação entre tempo de tela e prejuízos comportamentais, ainda são necessárias pesquisas longitudinais e investigações em contextos pós-pandêmicos para esclarecer causalidade, mecanismos envolvidos e a efetividade de intervenções preventivas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Sociais e da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANOpt_BR
dc.degree.graduationPsicologiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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