PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Fisioterapia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorBorges, Thayanne de Matospt_BR
dc.date.accessioned2025-12-15T11:13:01Z-
dc.date.available2025-12-15T11:13:01Z-
dc.date.issued2025-12-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/9770-
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectErgonomiapt_BR
dc.subjectSedestaçãopt_BR
dc.subjectPrevençãopt_BR
dc.subjectDorespt_BR
dc.titleErgonomia aplicada sobre a dor muscular e alterações posturais de trabalhadores em sedestaçãopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Viana, Fabiana Pavanpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8480988074690687pt_BR
dc.contributor.referee1Dias, Alex Carrer Borgespt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2985757710626353pt_BR
dc.description.resumoResumo: O trabalho em sedestação prolongada é um importante fator de risco para dor musculoesquelética, alterações posturais e afastamentos laborais, com impacto econômico relevante. Objetivo: Investigar o perfil de trabalhadores que permanecem muitas horas sentados, suas principais queixas musculoesqueléticas e os efeitos de intervenções ergonômicas na dor e postura. Metodologia: Revisão integrativa (2015–2025) nas bases BVS e PubMed, incluindo estudos completos em português, inglês e espanhol com trabalhadores de escritório/usuários de computador. Resultados: Nove estudos, majoritariamente com adultos em idade produtiva, predominantemente mulheres, em jornada de 6–8 horas sentadas. As intervenções incluíram ajustes de mobiliário, exercícios terapêuticos, educação postural, pausas ativas e recursos fisioterapêuticos, isolados ou combinados. Protocolos multimodais, com frequência de 2–3 vezes/semana e duração superior a 8 semanas, apresentaram maior redução de dor cervical, lombar e em ombros, melhora do alinhamento postural, menor fadiga e maior capacidade funcional. Conclusão: Programas ergonômicos contínuos e bem estruturados, integrando adaptação do posto de trabalho, exercícios e educação, são eficazes para prevenir e tratar distúrbios musculoesqueléticos em trabalhadores em sedestação prolongada e devem ser priorizados nas políticas de saúde ocupacional.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Sociais e da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationFisioterapiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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