PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Relações Internacionais
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCortázio, Giulia Prado Castro-
dc.date.accessioned2021-12-18T19:54:36Z-
dc.date.available2021-12-18T19:54:36Z-
dc.date.issued2021-12-14-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/3501-
dc.description.abstractThis work investigates how language leads to the interpretation of individual facticity in the face of the encounter of different civilizations. Through postcolonial theories, the research presents prudence when studying the impact of colonizing power relations through language, and the reasons that drive epistemicide included in the development of this process. A study is carried out to interpret the imagery of colonization and the imagery of the colonizer in opposition to that of the indigenous, through the analysis of the film “Arrival” (2016). In this, the production of power through language also comes from the double belonging listed in the maximum antinomy of indigenous/native - extraterrestrial, where extraterrestrials refer simultaneously to the figure of the colonizer and that of the native. The film explains an exercise in the overlapping of nations in an outline of what was, and still is, a colonial project, despite the end of colonization. Like the film's narrative, the work explores how civilizations respond to the unknown future, and the pervasiveness of violent reactions to the uncertainties that accompany it. It is also understood that information relating to the experience has a delimited time and place and how they are linked to the adherence of a culture and the lascivious discomfort of the culture of non-origin. Finally, the presence of the coloniality of being-knowledge is perceived and the path to its dismantling is registered. The results achieved are fundamental in the idea of elevating the mestizo episteme as a historical source for a new approach to reality.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLinguagempt_BR
dc.subjectColonialidadept_BR
dc.subjectPós-colonialpt_BR
dc.subjectAmérica Latinapt_BR
dc.subjectCinemapt_BR
dc.subjectLanguagept_BR
dc.subjectColonialismpt_BR
dc.subjectPostcolonialpt_BR
dc.subjectLatin Americapt_BR
dc.subjectCinemapt_BR
dc.titleA abdução do indígena: uma investigação do filme “a chegada” sob a perspectiva da colonialidadept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Leite, Aline Tereza Borghi-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-5702-747Xpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4419147008535997pt_BR
dc.contributor.referee1Alarcon, Danillo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5673401164447604pt_BR
dc.contributor.referee2Nery, Renzo-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1610614389171671pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho investiga como a linguagem conduz a interpretação da facticidade individual perante o encontro de civilizações diferentes. Através das teorias pós-coloniais, a pesquisa apresenta prudência ao estudar o impacto das relações de poder colonizadoras por meio da linguagem, e os motivos que impulsionam o epistemicídio incluso no desenrolar deste processo. É feito um estudo para interpretar a imagética da colonização e o imaginário do colonizador em oposição ao do indígena, através da análise da película “A Chegada” (2016). Nessa, a produção de poder pela linguagem vem também pelo duplo pertencimento elencado na máxima antinomia de indígena/nativo - extraterrestre, onde os extraterrestres remetem simultaneamente à figura do colonizador e à do nativo. O filme explicita um exercício de sobreposição de nações em um esboço do que foi, e ainda é, projeto colonial, a despeito do fim da colonização. Assim como a narrativa do filme, o trabalho explora como as civilizações respondem ao desconhecido futuro, e à impregnação de reações violentas às incertezas que o acompanham. Entende-se também que a informação relativa à experiência tem hora e lugar delimitados, e como estão ligadas a aderência de uma cultura e o desconforto lascivo da cultura de não-origem. Por fim, percebe-se a presença da colonialidade do ser-saber e registra-se o caminho para o desmonte desta. Os resultados alcançados são basilares na ideia de elevar a episteme mestiça como fonte histórica para nova condução da realidadpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Direito, Negócios e Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROS::RELACOES INTERNACIONAISpt_BR
dc.degree.graduationRelações Internacionaispt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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