PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
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dc.contributorOrientadora e 1º membro da banca: Jaqueline Luvisotto Marinho ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6208-552X /// 2º Membro da banca: Lara Gonzaga Oliveira http://lattes.cnpq.br/9460101870593225 /// 3º Membro da banca: Leandro Augusto Rodrigues dos Santos http://lattes.cnpq.br/1615642218772312pt_BR
dc.creatorTelho Neto, Francisco Augustopt_BR
dc.creatorCalaça, João Pedro Sodré Batistapt_BR
dc.date.accessioned2026-08-16T16:37:38Z-
dc.date.available2026-08-16T16:37:38Z-
dc.date.issued2026-06-01-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11123-
dc.description.abstractIntroduction: Intersectionality and social markers of difference—such as race, gender, class, and territory—shape asymmetries in access to fundamental rights. In the Brazilian health landscape, the overlapping of these forms of oppression creates systemic inequities that challenge the SUS principles of universality and equity, making intersectional analysis indispensable for formulating effective public policies. Objectives: To analyze, from an intersectional perspective, how the interplay of axes of oppression influences access to healthcare and perpetuates inequalities in Brazil, by mapping scientific literature, public policies, and the national epidemiological context. Methods: A systematic literature review (using a mixed-methods approach) was conducted following PRISMA 2020 guidelines and the PCC strategy. Searches were performed in January 2026 across the SciELO, PubMed, Scopus, Web of Science, and LILACS databases (covering the 2015–2025 period). Following screening on the Rayyan platform, 43 studies were selected for thematic synthesis. Results: An expanding body of research was observed—93% of which was domestic, peaking in 2025—with a central focus on the triad of race, gender, and class, appearing in over 70% of the sample. Intersectionality was primarily employed as an analytical tool within Primary Health Care, highlighting gaps between the formal guarantee of rights and the lived experiences of vulnerable populations (Black, *quilombola*, LGBTQIA+, and people experiencing homelessness). Discussion: Structural racism and heteronormativity act as determinants of inequity, fostering institutional violence and invisibility within information systems. The data confirm the "inverse care law," wherein highly vulnerable groups—such as Black women from marginalized urban areas and migrants—receive less care, underscoring the chasm between the legal framework and actual care delivery. Conclusion: Intersectionality represents an ethical-political imperative for the reorientation of the SUS. To realize constitutional principles, an intellectual transformation in professional training, improved quality in the collection of sociodemographic data, and the intersectional integration of public policies are urgently needed, aiming for an egalitarian health system consistent with human dignity.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInterseccionalidadept_BR
dc.subjectMarcadores sociais da diferençapt_BR
dc.subjectAcesso à saúdept_BR
dc.subjectIniquidades em saúdept_BR
dc.subjectSistema único de saúdept_BR
dc.titleInterseccionalidade e marcadores sociais da diferença no acesso à saúde: panorama da produção científicapt_BR
dc.title.alternativeIntersectionality and social markers of difference in access to health care: an overview of scientific literaturept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Marinho, Jaqueline Luvisottopt_BR
dc.contributor.advisor1ID.Não consta na lista (Orcid)pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8769086562680029pt_BR
dc.contributor.referee1Marinho, Jaqueline Luvisottopt_BR
dc.contributor.referee1ID.Não consta na lista (Orcid)pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8769086562680029pt_BR
dc.contributor.referee2.Não consta na lista (Orientadores e membros)pt_BR
dc.contributor.referee2ID.Não consta na lista (Orcid)pt_BR
dc.contributor.referee2Lattes.Não consta na lista (Lattes)pt_BR
dc.contributor.referee3.Não consta na lista (Orientadores e membros)pt_BR
dc.contributor.referee3ID.Não consta na lista (Orcid)pt_BR
dc.contributor.referee3Lattes.Não consta na lista (Lattes)pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A interseccionalidade e os marcadores sociais da diferença, como raça, gênero, classe e território, moldam assimetrias no acesso a direitos fundamentais. No cenário da saúde brasileira, a sobreposição dessas opressões gera iniquidades sistemáticas que desafiam os princípios de universalidade e equidade do SUS, tornando a análise interseccional indispensável para a formulação de políticas públicas efetivas. Objetivos: Analisar, sob a perspectiva interseccional, como a articulação de eixos de opressão influencia o acesso à saúde e perpetua desigualdades no Brasil, mapeando a produção científica, as políticas públicas e o contexto epidemiológico nacional. Métodos: Revisão sistemática de literatura (abordagem qualiquantitativa) conduzida pela diretriz PRISMA 2020 e estratégia PCC. Realizou-se busca em janeiro de 2026 nas bases SciELO, PubMed, Scopus, Web of Science e LILACS (período 2015-2025). Após triagem na plataforma Rayyan, selecionaram-se 43 estudos para síntese temática. Resultados: Observou-se produção em expansão, com 93% nacional e pico em 2025, com centralidade na tríade raça, gênero e classe, estando presente em mais de 70% da amostra. A interseccionalidade foi mobilizada majoritariamente como ferramenta analítica na Atenção Primária, evidenciando lacunas entre a garantia formal de direitos e a experiência prática de populações vulnerabilizadas (negra, quilombola, LGBTQIA+ e em situação de rua). Discussão: O racismo estrutural e a heteronormatividade operam como determinantes de iniquidades, gerando violência institucional e invisibilidade nos sistemas de informação. Os dados confirmam a "lei do cuidado inverso", na qual grupos de maior vulnerabilidade, como mulheres negras periféricas e migrantes, recebem menor aporte assistencial, evidenciando o abismo entre o inventário legal e a prática assistencial. Conclusão: A interseccionalidade configura-se como uma necessidade ético-política para a reorientação do SUS. Para a efetivação dos preceitos constitucionais, urge uma transformação intelectual na formação profissional, qualificação na coleta de dados sociodemográficos e integração interseccional das políticas públicas, visando um sistema de saúde igualitário condizente com a dignidade humana.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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