PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Psicologia
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Campo DCValorIdioma
dc.contributorSegundo Membro da Banca: Frederico Vellascopt_BR
dc.creatorFaria, Lucas Martinspt_BR
dc.date.accessioned2026-08-06T19:33:08Z-
dc.date.available2026-08-06T19:33:08Z-
dc.date.issued2026-06-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11116-
dc.description.abstractAdolescent social media use has climbed steadily, and so have rates of psychological distress in this age group. This integrative review looked at how social media affects adolescent mental health, drawing on 20 studies selected from PubMed/MEDLINE, BVS, and LILACS (2021–2026) using the PICo framework and PRISMA 2020 guidelines. The analysis covered five themes: (1) problematic use and dependency, and its relationship with depression and anxiety; (2) cyberbullying and online victimization, with impact on emotional well-being and the cycle of dependency; (3) gender differences, with girls more vulnerable to negative impacts; (4) type of use, passive (scrolling) versus active, and public versus private; and (5) protective factors, neutral effects, and the deconstruction of moral panic around social media. Problematic use had a bidirectional relationship with depression and anxiety - acting as both symptom and accelerant. Cyberbullying deepened this cycle, especially among adolescents with preexisting vulnerabilities. Type of engagement mattered more than screen time. Interventions should go beyond restricting screen time, prioritizing emotional regulation, critical digital literacy, and social-emotional skills, with attention to each adolescent's clinical and gender-specific needs.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRedes sociaispt_BR
dc.subjectAdolescentept_BR
dc.titleRedes sociais e saúde mental adolescente: uma revisão integrativapt_BR
dc.title.alternativeRedes sociais, saúde mental e adolescentept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Fidelis, Arianapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1939849667585280pt_BR
dc.contributor.referee1Borges, Flávio da Silvapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1883454825932787pt_BR
dc.contributor.referee2.Não consta na lista (Orientadores e membros)pt_BR
dc.contributor.referee2Lattes.Não consta na lista (Lattes)pt_BR
dc.description.resumoO crescimento acelerado do uso de redes sociais entre adolescentes, aliado ao aumento dos índices de sofrimento psíquico nessa população, coloca em evidência a necessidade de compreender como essas plataformas afetam a saúde mental adolescente. O presente estudo teve como objetivo analisar os impactos do uso de redes sociais na saúde mental de adolescentes, considerando fatores de risco, benefícios potenciais e desfechos psicológicos descritos na literatura científica. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida nas bases de dados PubMed/MEDLINE, BVS e LILACS, com recorte temporal de 2021 a 2026, seguindo a estratégia PICo e as diretrizes do PRISMA 2020. Ao final do processo de triagem, 20 artigos foram selecionados para análise. Os resultados foram organizados em cinco eixos temáticos: (1) uso problemático e dependência, e sua relação com depressão e ansiedade; (2) cyberbullying e vitimização online, com impacto no bem-estar emocional e no ciclo de dependência; (3) diferenças de gênero, com meninas mais vulneráveis a impactos negativos; (4) tipo de uso, passivo (scrolling) versus ativo, e público versus privado; e (5) fatores protetores, efeitos neutros e a desconstrução do pânico moral sobre as redes sociais. Os achados indicam que o uso problemático opera em relação bidirecional com depressão e ansiedade, funcionando tanto como sintoma quanto como catalisador do sofrimento. O cyberbullying aprofunda esse ciclo, especialmente em adolescentes com vulnerabilidades preexistentes. O tipo de engajamento mostrou-se mais determinante do que o tempo de exposição. Conclui-se que intervenções eficazes devem priorizar regulação emocional, letramento digital crítico e habilidades socioemocionais, com atenção às especificidades clínicas e de gênero de cada adolescente.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Sociais e da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.degree.graduationPsicologiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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