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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11115Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor | Fidelis, Ariana | pt_BR |
| dc.creator | Ribeiro, Ernane Gonçalves | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-08-06T19:22:19Z | - |
| dc.date.available | 2026-08-06T19:22:19Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-12 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11115 | - |
| dc.description.abstract | Social media has become a structuring presence in the daily lives of young adults, and so has the evidence that these platforms affect how people see themselves. This integrative review examined how social media shapes self-esteem and body image among young adults by intensifying social comparison processes. Fourteen studies were selected from PubMed (2020–2026) using an adapted PICO framework and PRISMA guidelines. The analysis was organized around five themes: digital ecosystem and usage patterns; aesthetic standards from the thin ideal to the athletic ideal; psychological mediation through social comparison; self-esteem and body image formation; and pathological outcomes. Findings show that heavy platform use exposes 6 young adults to body ideals combining thinness with muscular definition, triggering predominantly upward comparisons that erode positive self-perception. Self-esteem becomes tied to external validation metrics — likes, followers, and comments — weakening internal standards of personal worth. When this cycle goes unchecked, outcomes include elevated risk of eating disorders, body dysmorphic disorder, and problematic platform use. A growing male vulnerability linked to the athletic ideal was identified, though women remain the group most severely affected by online social comparison. The evidence points to digital platform impacts that extend well beyond the screen, directly disrupting the stability of young adults' self-concept. Effective interventions need to address both platform architecture and the subjective processes it shapes. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Não recebi financiamento | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Redes sociais | pt_BR |
| dc.subject | Autoestima | pt_BR |
| dc.title | Redes sociais e autoestima: uma revisão integrativa da literatura | pt_BR |
| dc.title.alternative | Redes sociais e autoestima | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Fidelis, Ariana | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1939849667585280 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Borges, Flávio da Silva | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1883454825932787 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | .Não consta na lista (Orientadores e membros) | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | .Não consta na lista (Lattes) | pt_BR |
| dc.description.resumo | A presença estruturante das redes sociais na rotina dos jovens adultos contemporâneos, combinada ao aumento das evidências sobre seus efeitos na autopercepção, torna urgente compreender como essas plataformas interferem na construção da autoestima e da autoimagem nessa população. O presente estudo teve como objetivo investigar como as redes sociais influenciam esses processos em jovens adultos ao ampliarem e intensificarem a comparação social. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida na base de dados PubMed, com recorte temporal de 2020 a 2026, seguindo a estratégia PICO adaptada e as diretrizes do PRISMA. Ao final do processo de triagem, 14 artigos foram selecionados para análise. Os resultados foram organizados em cinco eixos temáticos: ecossistema digital e dinâmicas de uso; padrões estéticos transmitidos, do thin ideal ao athletic ideal; mediação psicológica pelo processo de comparação social; construção da autoestima e da autoimagem em jovens adultos; e consequências patológicas e transtornos associados. Os achados indicam que o uso intenso das plataformas expõe os jovens a padrões corporais simultâneos de magreza e definição muscular, desencadeando comparações predominantemente ascendentes que corroem a autopercepção positiva. A autoestima torna-se progressivamente dependente de métricas externas de validação — curtidas, seguidores e comentários —, enfraquecendo referenciais internos de valor pessoal. Quando esse ciclo persiste sem mediação crítica, os desfechos incluem risco elevado de transtornos alimentares, transtorno dismórfico corporal e uso problemático das próprias plataformas. Identificou-se ainda uma crescente vulnerabilidade masculina associada ao ideal atlético, embora as mulheres permaneçam o grupo mais severamente afetado pela comparação social online. Conclui-se que os impactos das redes sociais sobre a saúde mental ultrapassam o ambiente digital, interferindo diretamente na estabilidade do autoconceito dos jovens adultos, e que intervenções eficazes precisam considerar tanto a arquitetura das plataformas quanto os processos subjetivos por ela moldados. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Ciências Sociais e da Saúde | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Psicologia | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Psicologia | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| TCC_ Redes Sociais e Autoestima_ Uma Revisão Integrativa-VERSÃO FINAL.pdf | 698,31 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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