PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Farmácia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorNunes, Marco Antônio dos Santospt_BR
dc.date.accessioned2026-07-31T01:10:23Z-
dc.date.available2026-07-31T01:10:23Z-
dc.date.issued2026-05-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11102-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectExossomospt_BR
dc.subjectDoenças ocularespt_BR
dc.titleVesículas extracelulares: fontes e usos na oftalmologiapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Andrade, Wanessa Machadopt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0940640794706284pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Vinicius Barreto dapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7687272405825669pt_BR
dc.description.resumoAs doenças oculares crônicas são condições que afetam a visão de muitas pessoas no mundo e podem levar à perda visual permanente quando não tratadas adequadamente. Entre as principais doenças estão a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que atualmente possuem tratamentos limitados, invasivos e de alto custo, como cirurgias a laser e aplicações intraoculares de substâncias anti-angiogências. Diante disso, as vesículas extracelulares (VEs) têm despertado interesse científico por apresentarem potencial terapêutico na medicina regenerativa e na oftalmologia. O presente trabalho teve como objetivo analisar as principais fontes de obtenção de vesículas extracelulares e seus possíveis usos no tratamento de doenças oculares, com foco na retinopatia diabética. Tratou-se de uma revisão integrativa da literatura realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e ScienceDirect, seguindo as recomendações do modelo PRISMA. Foram selecionados artigos publicados entre os anos de 2016 e 2026 relacionados às fontes de obtenção, composição e ao uso terapêutico das vesículas extracelulares em doenças oculares. Os resultados demonstraram que as VEs possuem em sua composição proteínas, lipídios, RNAs e fatores de crescimento capazes de atuar na modulação da inflamação, regeneração tecidual, redução do estresse oxidativo e reparo vascular da retina. As principais fontes de obtenção identificadas foram tecido adiposo, medula óssea, cordão umbilical, plasma sanguíneo e córneas descartadas para transplantes. Além disso, os estudos mostraram que as vesículas extracelulares apresentam potencial para atuar como ferramentas terapêuticas e sistemas de entrega de fármacos no tratamento da retinopatia diabética e outras doenças oculares. Dessa forma, conclui-se que as VEs representam uma alternativa promissora para futuras terapias oftalmológicas, embora ainda sejam necessários mais estudos clínicos para garantir sua segurança, eficácia e padronizaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationFarmáciapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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