PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
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dc.creatorSilva, Felipe Guedes dapt_BR
dc.date.accessioned2026-06-25T02:33:53Z-
dc.date.available2026-06-25T02:33:53Z-
dc.date.issued2026-05-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11028-
dc.description.abstractABSTRACT Introduction: Tumor-associated macrophages (TAMs) are recognized as key prognostic factors and have been implicated in the invasion and migration of multiple cancer types. However, their impact on clinical outcomes in ovarian cancer remains incompletely understood. Methodology: This meta-analysis included 18 studies encompassing a total of 4,912 patients with ovarian cancer. The associations between TAMs and overall survival (OS), progression-free survival (PFS), and clinicopathological characteristics were evaluated. Pooled hazard ratios (HRs) were calculated for survival outcomes, and associations with clinicopathological features were also analyzed. Depending on the degree of heterogeneity, either fixed-effect or random-effects models were applied. All statistical tests were two-sided. Results: An initial search identified 1,355 records, of which 1,081 remained after duplicate removal. Following title and abstract screening, 19 articles were considered eligible for full-text review. After full-text assessment, 14 studies met the inclusion criteria. An additional ancestry search of relevant meta-analyses identified one pertinent review, from which four further eligible studies were retrieved. In total, 18 studies were included in the final analysis, comprising 4,912 patients. Across all analyses, no significant associations were observed between TAM subtypes and OS. For PFS, M2/M2-like TAMs showed a significant association under the fixed-effect model only. No consistent associations were observed for macrophage polarization ratios. Discussion: This meta-analysis suggests that M2-like TAMs may be associated with poorer progression-free survival in ovarian cancer, supporting their potential role in tumor progression and immunosuppression. However, substantial heterogeneity and inconsistent findings across studies limit the robustness of the evidence. The prognostic value of TAMs appears to depend more on macrophage polarization dynamics than on isolated biomarkers. Conclusion: Further studies using standardized macrophage markers and methodologies are needed to clarify the prognostic significance of TAMs in ovarian cancer.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.relationRecursos de IA: Rayanpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMacrófagos associados a tumorpt_BR
dc.subjectCâncer de ováriopt_BR
dc.titleAs implicações prognósticas dos macrófagos associados aos tumores no câncer de ovário: revisão sistemática e metanálisept_BR
dc.title.alternativeImplicações prognósticas dos macrófagos associados aos tumores no câncer de ovário: revisão sistemática e metanálisept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Saddi, Vera Aparecidapt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-9949-9988pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7496804650895441pt_BR
dc.contributor.referee1Santos, Silvia Helena Rabelo dospt_BR
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-8111-6851pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4994826511439492pt_BR
dc.contributor.referee2Abreu, Deidimar Cássia Batistapt_BR
dc.description.resumoIntrodução: O câncer de ovário (CO) é uma neoplasia ginecológica altamente prevalente, associada a desfechos clínicos desfavoráveis. O microambiente tumoral (tumor microenvironment – TME) desempenha papel fundamental na progressão tumoral e no prognóstico. Os macrófagos associados a tumores (tumor-associated macrophages – TAMs) são reconhecidos como fatores prognósticos importantes e estão implicados na invasão e migração de múltiplos tipos de câncer. No entanto, seu impacto nos resultados clínicos do CO ainda não é totalmente compreendido. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática e meta-análise de acordo com as diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA), registrada no PROSPERO (CRD420251148586). As buscas foram conduzidas nas bases PubMed e Embase utilizando a seguinte estratégia: (tumor-associated macrophages OR TAMs) AND (prognosis OR prognostic OR survival OR outcome) AND (ovarian cancer OR ovarian tumor OR ovarian carcinoma OR ovarian neoplasm). O modelo PICO incluiu: pacientes diagnosticados com CO; avaliação da infiltração de TAMs, estado de polarização (M1/M2) ou marcadores imunohistoquímicos; comparação de acordo com densidade ou perfil de polarização dos TAMs; e desfechos prognósticos, incluindo OS (overall survival – OS) e PFS (progression-free survival – PFS). A seleção dos estudos foi realizada utilizando a plataforma Rayyan. Resultados: Inicialmente foram identificados 1355 estudos, dos quais restaram 1081 após a remoção de duplicatas. Após a triagem por títulos e resumos, 19 estudos foram submetidos à avaliação de texto completo, sendo 14 incluídos nos critérios de elegibilidade. Uma busca adicional por ancestralidade em revisões relevantes identificou mais quatro estudos elegíveis. Ao todo incluímos 18 estudos, totalizando 4.912 pacientes na análise final. Não foram observadas associações significativas entre os subtipos de TAMs e a OS em nenhuma das análises realizadas. Para PFS, a infiltração por TAMs M2/M2-like apresentou associação significativa com piores desfechos apenas no modelo de efeitos fixos. Não foram identificadas associações consistentes relacionadas às razões de polarização macrofágica. Discussão: Os achados sugerem que TAMs do tipo M2-like podem contribuir para pior PFS no CO, reforçando seu possível papel na progressão tumoral e na imunossupressão. Entretanto, a elevada heterogeneidade entre os estudos e as inconsistências metodológicas limitam a robustez das evidências disponíveis. A relevância prognóstica dos TAMs parece depender mais da dinâmica de polarização macrofágica do que de biomarcadores isolados. Conclusão: Novos estudos, bem delineados e utilizando marcadores macrofágicos e metodologias padronizadas, são necessários para esclarecer de forma mais consistente o significado prognóstico dos TAMs no CO.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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