PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11026
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorAbreu, Dimas Lopespt_BR
dc.creatorViggiano, Luís Fernando Nevespt_BR
dc.date.accessioned2026-06-25T02:11:59Z-
dc.date.available2026-06-25T02:11:59Z-
dc.date.issued2026-05-29-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/11026-
dc.description.abstractDisseminated histoplasmosis (DH) is one of the opportunistic fungal infections with the highest morbidity and mortality among people living with HIV/AIDS (PLWHA) in Latin America. Chest computed tomography (CT) represents an important complementary tool in the initial evaluation of these patients, especially when specific diagnostic methods are unavailable; however, the relationship between tomographic patterns and clinical severity remains insufficiently investigated. This study investigated the relationship between pulmonary tomographic findings and respiratory clinical manifestations in patients coinfected with HIV and DH undergoing different liposomal amphotericin B regimens, in addition to describing the baseline demographic, clinical, laboratory, and radiological profile of the cohort. This was an observational, analytical, and retrospective study consisting of a secondary analysis of baseline data from a phase II randomized clinical trial conducted at Brazilian referral centers. Forty-five adult patients with HIV/AIDS and confirmed DH diagnosis were included. Clinical, laboratory, and radiological variables were analyzed descriptively. Associations between tomographic findings and respiratory symptoms were assessed using Fisher’s exact test or Pearson’s chi-square test, with calculation of odds ratios (OR) and 95% confidence intervals (95% CI). The median age was 38 years, with predominance of male patients (68.9%). The median CD4+ T-lymphocyte count was 22 cells/mm³, and 83.7% of patients presented values below 50 cells/mm³. Fever and weight loss greater than 15% were present in 90.9% and 93.2% of cases, respectively. Respiratory involvement was the most frequent manifestation (80.0%), followed by oral lesions (55.8%), lymphadenomegaly (50.0%), cutaneous lesions (42.9%), gastrointestinal manifestations (27.3%), and neurological manifestations (15.9%). Laboratory findings demonstrated anemia, leukopenia, thrombocytopenia, hyponatremia, and marked elevation of ferritin and LDH levels. The most frequent tomographic findings were micronodular/nodular opacities (46.3%), ground-glass opacities (26.8%), and consolidations (26.8%). No statistically significant associations were identified between the evaluated tomographic patterns and respiratory symptoms at admission. The cohort presented profound immunosuppression, multisystem involvement, and laboratory findings compatible with severe disseminated disease. The absence of association between tomographic findings and respiratory symptoms was physiopathologically plausible in the context of profound immunosuppression, in which attenuation of the local inflammatory response may dissociate the extent of radiological involvement from the intensity of clinical symptoms. Normal chest CT findings in 9.8% of patients with confirmed diagnosis reinforce that negative imaging does not exclude active infection. The results support the use of chest CT as a complementary assessment tool rather than as an isolated instrument for screening or severity stratification in this population.pt_BR
dc.description.sponsorshipFINEPpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjecthistoplasmose disseminadapt_BR
dc.subjectHIV/AIDSpt_BR
dc.subjectachados radiológicospt_BR
dc.subjectanfotericina B lipossomalpt_BR
dc.titleRelação entre achados radiológicos pulmonares e sintomas clínicos em pacientes com coinfecção por HIV e histoplasmose: uma análise comparativa em diferentes regimes terapêuticospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Soares, Renata de Bastos Ascencopt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1029-325Xpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2129359947528992pt_BR
dc.contributor.referee1Pinezi, Juliana Castro Douradopt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7421017341262385pt_BR
dc.contributor.referee2Guimarães, Taiguara Fragapt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2062667365021930pt_BR
dc.contributor.referee3Soares, Renata de Bastos Ascencopt_BR
dc.description.resumoA histoplasmose disseminada (HD) constitui uma das infecções fúngicas oportunistas de maior morbimortalidade em pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVHIV) na América Latina. A tomografia computadorizada (TC) de tórax representa ferramenta auxiliar relevante na avaliação inicial desses pacientes, especialmente quando métodos diagnósticos específicos não estão disponíveis; contudo, a relação entre os padrões tomográficos e a gravidade clínica permanece insuficientemente estudada. Este estudo investigou a relação entre achados tomográficos pulmonares e manifestações clínicas respiratórias em pacientes com coinfecção por HIV e HD submetidos a diferentes regimes de anfotericina B lipossomal, além de descrever o perfil demográfico, clínico, laboratorial e radiológico basal da coorte. Trata-se de estudo observacional, analítico e retrospectivo, configurando análise secundária de dados basais de ensaio clínico randomizado de fase II conduzido em centros de referência brasileiros. Foram incluídos 45 pacientes adultos com HIV/AIDS e diagnóstico confirmado de HD. Variáveis clínicas, laboratoriais e radiológicas foram analisadas de forma descritiva. As associações entre achados tomográficos e sintomas respiratórios foram avaliadas pelo teste exato de Fisher ou qui-quadrado de Pearson, com cálculo de razão de chances (OR) e intervalo de confiança de 95% (IC95%). A mediana de idade foi de 38 anos, com predomínio do sexo masculino (68,9%). A contagem mediana de linfócitos T CD4+ foi de 22 células/mm³, sendo que 83,7% dos pacientes apresentaram valores inferiores a 50 células/mm³. Febre e perda ponderal superior a 15% estiveram presentes em 90,9% e 93,2% dos casos, respectivamente. O acometimento respiratório foi a manifestação mais frequente (80,0%), seguido por lesões orais (55,8%), linfonodomegalia (50,0%), lesões cutâneas (42,9%), manifestações gastrointestinais (27,3%) e neurológicas (15,9%). O perfil laboratorial evidenciou anemia, leucopenia, plaquetopenia, hiponatremia e elevação expressiva de ferritina e LDH. Os achados tomográficos mais frequentes foram opacidades micronodulares/nodulares (46,3%), opacidades em vidro fosco (26,8%) e consolidações (26,8%). Não foram identificadas associações estatisticamente significativas entre os padrões tomográficos avaliados e os sintomas respiratórios à admissão. A coorte apresentou imunossupressão profunda, acometimento multissistêmico e padrão laboratorial compatível com doença disseminada grave. A ausência de associação entre achados tomográficos e sintomas respiratórios mostrou-se fisiopatologicamente plausível no contexto de imunossupressão profunda, no qual a atenuação da resposta inflamatória local pode dissociar a extensão do comprometimento radiológico da intensidade dos sintomas clínicos. A TC de tórax normal em 9,8% dos pacientes com diagnóstico confirmado reforça que sua negatividade não exclui infecção ativa. Os resultados sustentam o uso da TC como ferramenta complementar de avaliação, e não como instrumento isolado de triagem ou estratificação de gravidade nessa população.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA::DOENCAS INFECCIOSAS E PARASITARIASpt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
Aparece nas coleções:TCC Medicina



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.

Ferramentas do administrador