PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Ciências Biológicas - Modalidade Médica
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Campo DCValorIdioma
dc.contributorEdlaine Rodrigues Montalvãopt_BR
dc.creatorTereza, Victória Alvespt_BR
dc.creatorMoreira, Victoria de Oliveira Apolinariopt_BR
dc.date.accessioned2026-06-22T19:29:31Z-
dc.date.available2026-06-22T19:29:31Z-
dc.date.issued2026-05-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10778-
dc.description.abstractThis study aimed to evaluate the antimicrobial activity of six commercial samples of green propolis extract against four bacterial strains from the American Type Culture Collection (ATCC): Escherichia coli (ATCC 25922), Klebsiella pneumoniae (ATCC 700603), Pseudomonas aeruginosa (ATCC 27853), and Staphylococcus aureus (ATCC 25923). The microorganisms were cultivated on MacConkey agar and Mannitol Salt agar and incubated at 36ºC for 24 hours. After growth, they were transferred to tubes containing sterile physiological solution (0.85% NaCl) until turbidity reached the 0.5 McFarland standard and then inoculated onto Mueller-Hinton agar. Antimicrobial activity was evaluated using the agar diffusion technique, employing seven wells filled with green propolis samples and the negative control, in addition to a positive control performed with an amoxicillin-clavulanic acid disk. The experiments were carried out in duplicate, and antimicrobial activity was determined by measuring the diameters of the inhibition zones. The results demonstrated that only the Gram-positive bacterium (S. aureus) had its growth inhibited by the green propolis samples, whereas the Gram-negative isolates showed no halo formation. All tested samples demonstrated activity against S. aureus, with inhibition zones ranging from 19 mm to 28 mm, highlighting sample number 3 of the alcoholic extract, which presented the largest inhibition zones (28 mm). Alcoholic extracts demonstrated slightly larger inhibition zones compared to aqueous extracts. The negative control showed no activity, whereas the positive control inhibited 100% of the tested strains. In conclusion, the findings demonstrate the antimicrobial potential of green propolis against S. aureus, reinforcing the importance of valuing natural products and indicating the need for future studies aimed at the development of complementary therapeutic alternatives.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPrópolispt_BR
dc.subjectAção Antimicrobianapt_BR
dc.subjectApis melliferapt_BR
dc.titleAvaliação in vitro da atividade antimicrobiana do extrato de própolis verde contra bactérias patogênicaspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Cardoso, Alessandra Marquespt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-7185-6821pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3814956224651565pt_BR
dc.contributor.referee1Souto, Renata Carneiro Ferreirapt_BR
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-0297-1420pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1847712501651581pt_BR
dc.description.resumoEsse estudo objetivou avaliar a atividade antimicrobiana de seis amostras comerciais de extrato de própolis verde frente a quatro cepas bacterianas da American Type Culture Collection (ATCC), sendo elas Escherichia coli (ATCC 25922), Klebsiella pneumoniae (ATCC 700603), Pseudomonas aeruginosa (ATCC 27853) e Staphylococcus aureus (ATCC 25923). Os microrganismos foram cultivados em ágar MacConkey e Manitol-sal, e incubados a 36ºC por 24 horas. Após o crescimento, foram transferidos para tubos contendo solução fisiológica estéril (NaCl a 0,85%) até atingir turbidez equivalente a 0,5 da escala de McFarland e semeados em ágar Mueller-Hinton. A atividade antimicrobiana foi avaliada pela técnica de difusão em ágar, utilizando-se seis poços preenchidos com as amostras de própolis verde e o controle negativo, além do controle positivo realizado com disco de amoxicilina-ácido clavulânico. Os experimentos foram realizados em duplicata e a atividade antimicrobiana determinada pela medição dos halos de inibição. Os resultados revelaram que as amostras de própolis verde inibiram o crescimento de S. aureus, enquanto que os microrganismos Gram-negativos não tiveram seu crescimento inibido. Todas as amostras testadas demonstraram atividade frente a S. aureus, com halos variando entre 19 mm e 28 mm, destacando-se a amostra N°3 de extrato alcoólico, que apresentou os maiores halos de inibição (28 mm). Os extratos alcoólicos demonstraram halos ligeiramente maiores em comparação aos aquosos, o controle negativo não apresentou atividade, enquanto o controle positivo inibiu 100% das cepas testadas. Em conclusão, os achados evidenciam o potencial antimicrobiano da própolis verde contra S. aureus, reforçando a importância de produtos naturais e da sua valorização sinalizando a necessidade de estudos futuros para o desenvolvimento de alternativas terapêuticas complementares.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::MICROBIOLOGIApt_BR
dc.degree.graduationCiências Biológicas - Modalidade Médicapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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