PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Ciências Biológicas - Modalidade Médica
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dc.contributorNome do segundo membro da banca: Jefferson Hollanda Véras. Link do lattes: http://lattes.cnpq.br/8829225088105598.pt_BR
dc.creatorMartins, Thayná Marquespt_BR
dc.date.accessioned2026-06-22T18:44:18Z-
dc.date.available2026-06-22T18:44:18Z-
dc.date.issued2026-05-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10770-
dc.description.abstractIntroduction. The widespread use of compounds marketed as “natural,” often promoted without consistent scientific evidence of efficacy, purity, and safety, highlights the importance of toxicological and mutagenic evaluation of these substances.Objective. The present study aimed to evaluate the mutagenic activity of a commercially available “natural” compound called Infinity12 at different concentrations, using the Ames mutagenicity test in Salmonella Typhimurium. Methodology. Four different concentrations of Infinity12 (1, 10, 50, and 100 mg/mL) were tested using the Ames test in Salmonella Typhimurium strain TA100. Results and Discussion. The results showed that the Infinity12 compound, at the tested concentrations, did not present mutagenic activity. None of the evaluated concentrations caused a significant increase in the number of revertant colonies compared to the negative control, and all presented a mutagenicity ratio (MR) lower than 2. Thus, under the experimental conditions tested, Infinity12 did not demonstrate mutagenic potential. However, studies emphasize that products marketed as “natural” are not necessarily safe, as they may contain substances such as paracetamol, piroxicam, and other components with potential toxic or genotoxic effects. Therefore, further studies are necessary to assess the long-term safety of the compound. Conclusion. These findings reinforce the need for strict regulatory monitoring of substances marketed as natural, aiming to protect public health against potentially harmful biological effects that are still not fully understood.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFitoterápicospt_BR
dc.subjectfitoterapiapt_BR
dc.subjectmutagênesept_BR
dc.subjectteste de Amespt_BR
dc.subjectInfinity12pt_BR
dc.titleAvaliação da atividade mutagênica de infinity12 pelo teste de mutagenicidade de ames em salmonella typhimuriumpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Carneiro, Cristiene Costapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9930282180386562pt_BR
dc.contributor.referee1Reis, Paulo Roberto de Melopt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7729613632937834pt_BR
dc.description.resumoIntrodução. A ampla utilização de compostos comercializados como naturais, frequentemente divulgados sem comprovação científica consistente de eficácia, pureza e segurança, reforça a importância da avaliação toxicológica e mutagênica dessas substâncias. Objetivo. O presente estudo teve como objetivo avaliar a atividade mutagênica do composto comercializado como “natural” chamado Infinity12, em diferentes concentrações, utilizando o teste de mutagenicidade de Ames em SalmonellaTyphimurium. Metodologia. Quatro diferentes concentrações de infinity12 (1, 10, 50 e 100 mg/ml) foram testadas pelo teste de Ames em SalmonellaTyphimurium, cepa TA100.Resultados e discussão. Os resultados mostraram que o composto Infinity12, nas concentrações testadas, não apresentou atividade mutagênica. Nenhuma das concentrações avaliadas causou aumento significativo no número de colônias revertentes em comparação ao controle negativo, e todas apresentaram Razão de Mutagenicidade (RM) inferior a 2. Dessa forma, nas condições experimentais testadas, o Infinity12 não demonstrou potencial mutagênico. Entretanto, estudos reforçam que produtos divulgados como “naturais” não são necessariamente seguros, principalmente por conter substâncias como paracetamol, piroxicam e outro componentes que podem apresentar efeitos tóxicos ou genotóxicos. Assim, mais estudos são necessários para avaliar a segurança do composto a longo prazo. Conclusão. Os achados reforçam a necessidade de monitoramento regulatório rigoroso de substâncias comercializadas como naturais, visando à proteção da saúde pública diante de potenciais riscos biológicos ainda pouco esclarecidos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationCiências Biológicas - Modalidade Médicapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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