PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Odontologia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorQueiroz, Guilherme Ribeiro dept_BR
dc.date.accessioned2026-06-22T18:13:28Z-
dc.date.available2026-06-22T18:13:28Z-
dc.date.issued2026-06-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10761-
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRegressão logísticapt_BR
dc.subjectAnsiedadept_BR
dc.subjectOdontofobiapt_BR
dc.titlePrevalência e fatores socioeconômicos associados à ansiedade odontológica em pacientes de uma clínica-escola universitáriapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Pereira, Claudio Maranhãopt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4975282873806771pt_BR
dc.contributor.referee1Pereira, Claudio Maranhãopt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4975282873806771pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A ansiedade odontológica é fenômeno psicológico prevalente que pode constituir barreira ao acesso e à adesão ao tratamento, especialmente em contextos de atendimento universitário. Objetivo: Investigar a prevalência de ansiedade odontológica e os fatores socioeconômicos a ela associados em pacientes de 18 a 60 anos atendidos na clínica-escola de odontologia da PUC Goiás, por meio de instrumento adaptado a partir da Dental Anxiety Scale (DAS) com sete itens. Material e Métodos: Estudo observacional, transversal e quantitativo. Amostra composta por 271 participantes. O desfecho primário foi a ansiedade odontológica (escore DAS ≥15). Utilizou-se regressão logística multivariada ajustada para sexo, renda, escolaridade e frequência de visitas ao dentista. Resultados: A prevalência de ansiedade leve ou superior (escore ≥15) foi de 50,2%. O escore médio foi 14,34±5,51 (mediana=15,0). A escolaridade foi o único fator significativamente associado à ansiedade no modelo ajustado (OR=0,79; IC95%: 0,65–0,95; p=0,011), com gradiente dose-resposta: média de 16,21 (EF completo) a 12,41 (ES completo). Sexo, renda e frequência de visitas não atingiram significância. Pseudo R² McFadden=0,029; EPV=33,5. Análise de sensibilidade confirmou robustez do achado da escolaridade (p entre 0,003 e 0,034 em todos os cenários). Conclusão: Metade dos pacientes da clínica-escola apresentou ansiedade leve ou superior. A escolaridade foi o principal fator associado, com efeito protetor progressivo. Estratégias de acolhimento direcionadas a pacientes de menor escolaridade podem contribuir para reduzir barreiras ao tratamento odontológico em contextos universitários.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.degree.graduationOdontologiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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