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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10629| Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso |
| Título: | Pico de fluxo de tosse como preditor de sucesso da extubação de pacientes submetidos à ventilação mecânica: revisão de literatura |
| Autor(es): | Pacheco, Lordanny Fernandes Pereira |
| Primeiro Orientador: | Oliveira, Valéria Rodrigues Costa de |
| metadata.dc.contributor.referee1: | Ramos, Gabrielly Craveiro |
| metadata.dc.contributor.referee2: | Pinto, Silvia Maria Costa |
| Resumo: | Introdução: A ventilação mecânica invasiva (VMI) é amplamente utilizada em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com insuficiência respiratória. O desmame ventilatório e a extubação representam etapas críticas, sendo sua falha associada a aumento da mortalidade, tempo de internação e complicações, como pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV). O Pico de Fluxo de Tosse (PFT) tem sido estudado como parâmetro objetivo para avaliar a eficácia da tosse e a capacidade de proteger as vias aéreas, complementando o teste de respiração espontânea (TRE) e outros indicadores ventilatórios tradicionais na avaliação do paciente a ser extubado. Objetivo: Avaliar a correlação entre os valores do PFT e o sucesso ou fracasso da extubação em pacientes submetidos à ventilação mecânica invasiva. Metodologia: Revisão integrativa de literatura com abordagem narrativa, utilizando estudos experimentais publicados entre 2015 e 2025 nas bases Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e United States National Library of Medicine (PubMed). Os termos empregados na busca foram: (pico de fluxo de tosse) AND (extubação OR desmame 6 ventilatório); (peak cough flow) AND (extubation OR ventilator weaning); (flujo máximo de tos) AND (extubación OR retirada del ventilador). Foram incluídos estudos publicados em inglês, português ou espanhol. Resultados: Seis estudos foram selecionados para análise, envolvendo um total de 1.353 pacientes, com idade entre 18 e 87 anos e diferentes diagnósticos clínicos. Os estudos mostraram que o PFT baixo está associado a maior risco de falha na extubação e necessidade de reintubação. Valores de PFT iguais ou inferiores a 56–60 L/min indicaram risco elevado em pacientes de UTI geral, enquanto em pacientes neurológicos, neurocirúrgicos e em outros diagnósticos os pontos de corte variaram entre 63,2 L/min e 80 L/min. Diferentes métodos de mensuração do PFT foram utilizados, incluindo fluxômetros portáteis, espirômetros e leituras diretas em ventiladores, com destaque para o pneumotacógrafo pela maior acurácia. Conclusão: O PFT representa ferramenta objetiva e clinicamente relevante para auxiliar na avaliação da prontidão para extubação, especialmente em pacientes críticos ou com suspeita de tosse fraca. Embora não deva ser utilizado isoladamente, a sua avaliação complementa a análise clínica global, permitindo identificar pacientes com maior risco de reintubação e orientar estratégias preventivas no período pós-extubação. Estudos futuros devem padronizar métodos e pontos de corte para diferentes populações, consolidando o uso do PFT na prática clínica. |
| Palavras-chave: | extubação ventilação mecânica invasiva unidades de terapia intensiva |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| Sigla da Instituição: | PUC Goiás |
| metadata.dc.publisher.department: | Escola de Ciências Sociais e da Saúde |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| URI: | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10629 |
| Data do documento: | 16-Jun-2026 |
| Aparece nas coleções: | TCC Fisioterapia |
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