PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Relações Internacionais
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10616
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorDias, Maria Rosa Martinspt_BR
dc.date.accessioned2026-06-18T14:16:32Z-
dc.date.available2026-06-18T14:16:32Z-
dc.date.issued2026-06-11-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10616-
dc.description.abstractThe study investigates how Islamophobia became a structuring political narrative within the discourses of Reform UK and Alternative für Deutschland (AfD) between 2013 and 2024, analyzing how these parties constructed Muslims as cultural, securitarian, and identitarian threats. The research is based on the hypothesis that Islamophobia operates beyond reactions to migratory flows or terrorist events, functioning as a political tool capable of reorganizing collective identities and redefining the symbolic boundaries of the European community. The theoretical framework combines postcolonial perspectives with theories of right-wing populism. The methodology combines qualitative discourse analysis with the quantitative processing of a corpus of 60 tweets collected from the X accounts of Reform UK, Nigel Farage, AfD, and Alice Weidel, using the R software for lexical analysis, distribution of discursive tone, and engagement patterns. The results show that both parties share a common logic of threat construction, adapted to the conditions of each country, and that discursive ambiguity functions as a strategy for expanding political reach. The research concludes that contemporary Islamophobia functions as a way of constructing the “other”, whose strength lies in its ability to adapt its form over time without losing its role within far-right discourse.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIslamofobia; Populismo de extrema-direita; Pós-colonialismo; Análise de discurso; Reform UK; AfDpt_BR
dc.subjectIslamophobia; Far-right populism; Postcolonialism; Discourse analysis; Reform UK; AfDpt_BR
dc.titleEles não são como nós: populismo, islamofobia e alteridade na extrema-direita britânica e alemã (2013-2024)pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Cunha, Antônio Carlos Borgespt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0500462939929893pt_BR
dc.contributor.referee1Cunha, Antônio Carlos Borgespt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0500462939929893pt_BR
dc.contributor.referee2Pietrafesa, Pedro Araújopt_BR
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-0542-4753pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4048337427692081pt_BR
dc.contributor.referee3Oliveira, Sabrina Moreira de Moraispt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1208236039705426pt_BR
dc.description.resumoO trabalho investiga como a islamofobia se consolidou como narrativa política estruturante dos discursos do Reform UK e da Alternative für Deutschland (AfD) entre 2013 e 2024, analisando de que forma esses partidos construíram o muçulmano como ameaça cultural, securitária e identitária. A pesquisa parte da hipótese de que a islamofobia atua para além da reação a eventos migratórios ou terroristas, funcionando como recurso político capaz de reorganizar identidades coletivas e redefinir as fronteiras simbólicas da comunidade europeia. O referencial teórico articula perspectivas pós-coloniais à teoria do populismo de direita. A metodologia combina análise qualitativa de discurso com o processamento quantitativo de um corpus de 60 tweets coletados nos perfis do Reform UK, Nigel Farage, AfD e Alice Weidel no X, utilizando o software R para análise lexical, distribuição de tonalidade discursiva e padrões de engajamento. Os resultados mostram que os dois partidos compartilham uma mesma lógica de construção da ameaça, adaptada às condições de cada país, e que a ambiguidade discursiva funciona como estratégia de expansão do alcance político. A pesquisa conclui que a islamofobia contemporânea não é uma reação espontânea à presença muçulmana, mas sim um recurso de construção política do outro, cuja força reside na capacidade de adaptar sua forma ao longo do tempo sem perder sua função no discurso da extrema-direita.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Direito, Negócios e Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROS::RELACOES INTERNACIONAISpt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5416468785426897pt_BR
dc.degree.graduationRelações Internacionaispt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
Aparece nas coleções:TCC Relações Internacionais

Arquivos associados a este item:
Arquivo TamanhoFormato 
TCC 2 - Final- ELES NÃO SÃO COMO NÓS.pdf1,7 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.

Ferramentas do administrador