PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Psicologia
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Campo DCValorIdioma
dc.contributorSegundo membro da banca - Renata Lopes Marinhopt_BR
dc.creatorSouza, Alice Assunçãopt_BR
dc.creatorAssunção, Ana Clara Silvapt_BR
dc.date.accessioned2026-06-18T08:28:24Z-
dc.date.available2026-06-18T08:28:24Z-
dc.date.issued2026-06-08-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10589-
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectIntolerância à Incerteza; Ansiedade; Crianças; Adolescentes; Revisão Narrativa.pt_BR
dc.titleAssociação entre intolerância à incerteza e sintomas de ansiedade em crianças e adolescentespt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Campos, Daniela Cristinapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4212242129073874pt_BR
dc.contributor.referee1Silveira, Luciene Campos Falcãopt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1602355750630120pt_BR
dc.contributor.referee2.Não consta na lista (Orientadores e membros)pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo tem como objetivo analisar a associação entre a intolerância à incerteza (IU) e os sintomas de ansiedade em crianças e adolescentes, buscando compreender a IU como fator de risco e manutenção ao longo do desenvolvimento. Para isso, realizou-se uma revisão narrativa da literatura, de caráter descritivo e exploratório, orientada pelas diretrizes do protocolo PRISMA. A busca foi conduzida nas bases de dados PubMed e Portal de Periódicos CAPES, aplicando filtros para publicações nos idiomas inglês e português ao longo dos últimos 10 anos. O corpus da pesquisa partiu de 308 registros identificados inicialmente, dos quais, após rigorosas etapas de triagem e critérios de elegibilidade, 11 artigos de excelência compuseram a amostra final para a síntese. Os resultados apontam que a intolerância à incerteza manifesta-se de forma precoce, podendo ser observada em níveis elevados já entre os 3 e 4 anos de idade. Verificou-se que a IU chega a explicar cerca de 36% da variância nos sintomas de ansiedade infantojuvenil e possui correlação de magnitude moderada a forte com sintomas depressivos (r = 0,47). Além disso, notou-se que fatores familiares, como a acomodação parental e a transmissão intergeracional, desempenham um papel central na manutenção desses comportamentos ansiosos. Conclui-se, portanto, que a intolerância à incerteza atua como um marcador crítico de vulnerabilidade, evidenciando a urgência da identificação clínica precoce e do desenvolvimento de intervenções terapêuticas que integrem ativamente a família para mitigar o ciclo de evitação.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Sociais e da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA::PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANOpt_BR
dc.degree.graduationPsicologiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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