PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Medicina
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSilva, Ana Paula Rodrigues dapt_BR
dc.creatorChater, Júlia Sebbapt_BR
dc.date.accessioned2026-06-08T11:47:14Z-
dc.date.available2026-06-08T11:47:14Z-
dc.date.issued2026-05-28-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10393-
dc.description.abstractMultiple sclerosis (MS) is a chronic autoimmune pathology of the central nervous system with a clear gender disparity, showing a prevalence of 14.5 cases per 100,000 inhabitants in Brazil and a female predominance of 76.3%. This study aimed to analyze the influence of estrogen on immune mechanisms and clinical disease progression. An integrative literature review was conducted in the PubMed, SciELO, LILACS, and Google Scholar databases, selecting 14 scientific articles published mostly between 2013 and 2025. The findings demonstrated that estrogen and progesterone acted as modulators of the inflammatory response, while testosterone played an immunosuppressive and neuroprotective role. It was observed that periods of hormonal elevation, such as pregnancy, promoted a significant reduction in relapse rates, whereas the hormonal decline in menopause was a functional inflection point that accelerated neurodegeneration. It was concluded that sex hormones are protagonists in the pathophysiology of MS, and the advancement in adjuvant hormonal therapies represents a promising perspective for personalized disease management in the Brazilian scenario.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEsclerose múltiplapt_BR
dc.subjectEstrogêniopt_BR
dc.subjectImunomodulaçãopt_BR
dc.subjectGestaçãopt_BR
dc.titleA relação hormonal na esclerose múltipla fatores protetores e perspectivas terapêuticaspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Blanch, Graziela Torrespt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9205-0325pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8106735874828106pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Freiria-Oliveira, Andre Henriquept_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0152151142555605pt_BR
dc.contributor.referee1Freiria-Oliveira, Andre Henriquept_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0152151142555605pt_BR
dc.contributor.referee2Bernardes, Vanilce Vilmarpt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6599372314925401pt_BR
dc.description.resumoA esclerose múltipla (EM) é uma patologia autoimune crônica do sistema nervoso central com nítida disparidade de gênero, apresentando no Brasil uma prevalência de 14,5 casos por 100 mil habitantes e predomínio feminino de 76,3%. Com o objetivo de analisar a influência do estrogênio nos mecanismos imunológicos e na progressão clínica da doença, realizou-se uma revisão integrativa de literatura nas bases PubMed, SciELO, LILACS e Google Scholar, selecionando-se 14 artigos científicos publicados majoritariamente entre 2013 e 2025. Os achados demonstraram que estrogênio e progesterona atuam como moduladores da resposta inflamatória, enquanto a testosterona exerce papel imunossupressor e neuroprotetor. Observou-se que períodos de elevação hormonal, como a gestação, promovem redução significativa nas taxas de recaída, ao passo que o declínio hormonal na menopausa é um ponto de inflexão funcional que acelera a neurodegeneração. Concluiu-se que os hormônios sexuais são protagonistas na fisiopatologia da EM, e o avanço em terapias hormonais adjuvantes representa uma perspectiva promissora para o manejo personalizado da doença no cenário brasileiro.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINApt_BR
dc.degree.graduationMedicinapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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