PRODUÇÃO ACADÊMICA Repositório Acadêmico da Graduação (RAG) TCC Odontologia
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dc.creatorReis, Thiago Cordeiro dospt_BR
dc.date.accessioned2025-12-19T18:30:39Z-
dc.date.available2025-12-19T18:30:39Z-
dc.date.issued2025-12-04-
dc.identifier.urihttps://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10292-
dc.description.abstractChildhood vaccination represents one of the most effective public health strategies for disease prevention, playing a crucial role in reducing child morbidity and mortality and in eradicating vaccine-preventable diseases. In Brazil, the National Immunization Program (PNI), established in 1973, stands out as one of the most successful health policies of the Unified Health System (SUS), ensuring free, equitable, and universal access to immunobiologicals. However, in recent decades, a concerning decline in vaccination coverage—particularly among children aged 0 to 5 years—has been observed, threatening herd immunity and facilitating the resurgence of previously controlled diseases such as measles and poliomyelitis. This study aims to analyze the determining factors behind this decline, identifying logistical, social, and communicational challenges that hinder adherence to the national childhood immunization schedule. A comprehensive literature review was conducted, covering the period from 2014 to 2023, with searches in databases such as SciELO, PubMed, Bireme, and Google Scholar, in addition to the analysis of secondary data from the National Immunization Program Information System (SIPNI), the Primary Health Care Information System (SISAB), the Notifiable Diseases Information System (SINAN), and the National Council of Municipal Health Secretariats (CONASEMS). The results indicate that vaccine hesitancy, amplified by misinformation and the anti-vaccine movement, has become one of the main contributors to reduced vaccination coverage. Furthermore, regional inequalities, logistical failures in vaccine distribution, occasional shortages, and the overload of the health system during the COVID-19 pandemic have exacerbated the problem. The North and Northeast regions show the greatest disparities in access, reflecting the impact of socioeconomic and structural inequalities on achieving national vaccination goals. The analysis also shows that the MMR (measles-mumps-rubella) vaccine exhibits the highest dropout rates, while pneumococcal and meningococcal C vaccines demonstrate more favorable progress. These findings highlight that, although the PNI remains a cornerstone of Brazilian public health, reinforcing public communication policies, strengthening epidemiological monitoring, and implementing outreach and school-based vaccination strategies are essential. In conclusion, restoring high vaccination coverage requires integrated, intersectoral, and sustained actions involving policymakers, health professionals, educators, and communities. Reversing the decline in childhood immunization is vital not only to safeguard individual health but also to preserve a collective achievement built over decades of public health efforts in Brazil.pt_BR
dc.description.sponsorshipNão recebi financiamentopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de Goiáspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectVaccination coveragept_BR
dc.subjectChildhood immunizationpt_BR
dc.subjectVaccine hesitancypt_BR
dc.subjectNational Immunization Program of Brazilpt_BR
dc.subjectRegional inequalitypt_BR
dc.subjectMisinformationpt_BR
dc.subjectPublic healthpt_BR
dc.titleCobertura vacinal infantil no brasil: fatores determinantes do declínio da imunização e seus impactos em saúde pública.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Mohn Neto, Carlos Rodolfopt_BR
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0009-0006-4618-9306pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0466060330129477pt_BR
dc.contributor.referee1Martorell, Leandro Brambillapt_BR
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2343-754Xpt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6894474925584427pt_BR
dc.contributor.referee2Resende, Cristina dos Santos-
dc.description.resumoA vacinação infantil representa uma das estratégias mais eficazes de prevenção em saúde pública, desempenhando papel essencial na redução da morbimortalidade infantil e na erradicação de doenças imunopreveníveis. No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), criado em 1973, consolidou-se como uma das políticas mais exitosas do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo acesso gratuito, equitativo e universal aos imunobiológicos. Entretanto, nas últimas décadas, observou-se uma tendência de declínio nas coberturas vacinais, especialmente entre crianças de 0 a 5 anos, o que ameaça a manutenção da imunidade coletiva e favorece o ressurgimento de enfermidades já controladas, como o sarampo e a poliomielite. Este trabalho tem como objetivo analisar os fatores determinantes desse declínio, identificando os desafios logísticos, sociais e comunicacionais que interferem na adesão ao calendário vacinal infantil. Para tanto, foi realizada uma revisão de literatura abrangendo o período de 2014 a 2023, com consulta a bases científicas como SciELO, PubMed, Bireme e Google Acadêmico, além da análise de dados secundários provenientes do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), do Sistema de Informação da Atenção Básica (SISAB), do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e do CONASEMS. Os resultados apontam que a hesitação vacinal, intensificada pela disseminação de “fake news e pelo fortalecimento do movimento antivacina, constitui um dos principais fatores de redução da cobertura. Além disso, desigualdades regionais, falhas na cadeia logística de distribuição, desabastecimento pontual de imunizantes e a sobrecarga do sistema de saúde durante a pandemia de COVID-19 agravaram a situação. As regiões Norte e Nordeste apresentam as maiores disparidades de acesso, evidenciando o impacto das desigualdades socioeconômicas e estruturais sobre o alcance das metas nacionais. A análise também demonstra que vacinas como a tríplice viral apresentaram as maiores taxas de abandono, enquanto imunizantes como a pneumocócica e a meningocócica C obtiveram evolução mais favorável. Esses achados sugerem que, embora o PNI mantenha seu papel estratégico na estrutura sanitária brasileira, é necessário fortalecer políticas de comunicação pública e educação em saúde, reestruturar o monitoramento epidemiológico e promover campanhas de busca ativa e vacinação extramuros. Conclui-se que a recuperação das coberturas vacinais exige ações integradas, intersetoriais e sustentadas, que envolvam gestores, profissionais de saúde, educadores e a própria comunidade. Reverter o declínio da imunização infantil é essencial não apenas para a proteção individual, mas para a preservação de um patrimônio coletivo construído ao longo de décadas de esforços em saúde pública no Brasil.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Ciências Médicas e da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsPUC Goiáspt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::ODONTOPEDIATRIApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.degree.graduationOdontologiapt_BR
dc.degree.levelGraduaçãopt_BR
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