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https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10102Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Gomes Neto, Lucas Gabriel | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-12-18T01:13:33Z | - |
| dc.date.available | 2025-12-18T01:13:33Z | - |
| dc.date.issued | 2025-12-12 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.pucgoias.edu.br/jspui/handle/123456789/10102 | - |
| dc.description.sponsorship | Não recebi financiamento | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Gravidez Adolescência | pt_BR |
| dc.subject | Racismo | pt_BR |
| dc.title | Gravidez e racismo estrutural na adolescência | pt_BR |
| dc.title.alternative | Gravidez e racismo na adolescência | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Vieira, Maria Aparecida da Silva | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0001-8101-1729 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8025728342571136 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Souza, Andreia Gontijo da Silva | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/5177332864553504 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Dias, Jamilly Conceição Brito | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/0130840069024223 | pt_BR |
| dc.description.resumo | INTRODUÇÃO: A adolescência é uma etapa do desenvolvimento humano, entre a infância e a fase adulta. É compreendida entre 10 e 19 anos com três fases: adolescência precoce (10 e 13 anos); adolescência intermediária (14 e 15 anos) e, adolescência tardia (16 aos 19 anos) (WHO, 2002). A gravidez e a maternidade na adolescência é permeada pela temática dos direitos sexuais e de saúde pública. As adolescentes negras grávidas no Brasil vivem uma situação também de descaso pela diferença de acesso e qualidade aos serviços de saúde, bem como a qualidade de assistência prestada. Há diferença de acesso à saúde devido à disparidades raciais, econômicas, de escolaridade e sociodemográfica Brasil (Almeita, 2019). OBJETIVO: Analisar a relação entre racismo estrutural e gravidez na adolescência, identificando como fatores sociais, econômicos e culturais impactam diferentes grupos raciais. MÉTODO: Trata-se de uma revisão narrativa. Utilizou-se a estratégia CoCoPop (derivação da estratégia PICO): (Co: condição; Co: contexto; Pop: população). Condição – impactos estruturais de desigualdades raciais a adolescentes negras grávidas; Contexto – estudos conduzidos no Brasil com adolescentes negras grávidas que não dispõem de serviço de saúde pela desigualdade social e falta de políticas públicas de prevenção e educação sexual; Pop – adolescentes negras grávidas. Realizou-se buscas dos estudos nas bases científicas: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e PubMed (Medical Literature Analysis and Retrieval System Online) entre 2021 e 2023 nos idiomas Português e Inglês. Utilizou-se os operadores booleanos AND, OR e NOT e os seguintes Descritores em Ciência da Saúde (DeCS/ MeSH): (“Teenager” OR “adolescence”) AND (“pregnancy”) AND (“Racism”) AND (“Social reasons”) e, (“Adolescente” OR “adolescência”) AND (“gravidez”) AND (“Racismo”) AND (“Razões socias”). Foram definidos critérios de elegibilidade para a inclusão nos estudos. A organização dos dados foi realizada por meio de uma ficha estruturada. O software Rayyan foi utilizado para refinar os artigos (//rayyan.qcri.org). RESULTADOS: Foram incluídos sete (n=7) artigos que atendiam aos critérios de inclusão. Houve predominância do estudos qualitativos e descritivos (80,0%). Os principais fatores de risco foram: aspectos socioeconômicos, baixa escolaridade, diminuição da faixa etária da menarca e da primeira relação sexual, falta de informação sobre os contraceptivos e programas que apoiem os adolescentes. A análise quantitativa e qualitativa com relação ao racismo estrutural na gravidez da adolescência evidenciaram: aumento da proporção de nascidos vivos de mães pretas e pardas; início tardio do pré-natal e o acompanhamento insuficiente. E, as relações afetivas foram marcadas principalmente pela intersecção entre racismo e sexismo, que objetifica os corpos femininos negros. CONCLUSÃO: A análise dos estudos evidenciaram que os fatores associados à gravidez na adolescência são multidimensionais e atravessados por desigualdades sociais, raciais, territoriais e de gênero. A gravidez na adolescência, especialmente entre jovens negras, constitui nas desigualdades estruturais que moldam a sociedade brasileira. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola de Ciências Sociais e da Saúde | pt_BR |
| dc.publisher.initials | PUC Goiás | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::SAUDE PUBLICA | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Enfermagem | pt_BR |
| dc.degree.level | Graduação | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | TCC Enfermagem | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| GRAVIDEZ E RACISMO ESTRUTURAL NA ADOLESCÊNCIA- 17 Dez.pdf | 444,79 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir | |
| TERMO_DE_AUTORIZACAO_DE_PUBLICACAO_2025.2_LUCAS assinado_assinado.pdf | 114,86 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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